27 setembro 2010

Cinco animais encontrados na Ilha do Bananal

boto-cor-de-rosa Inia geoffrensis
Autor Windowlicker
 A Ilha do Bananal é considerada um dos santuários ecológicos mais importantes do Brasil. Está na faixa de transição entre a Floresta Amazônica e o Cerrado, possui fauna e flora bastante diversificadas. A fauna tem espécies comuns com o Pantanal. É a maior ilha fluvial do mundo, com cerca de vinte mil quilômetros quadrados de extensão, cercada pelos rios Araguaia e Javaés. Muitas espécies  raras e ameaçadas de extinção são protegidas nos Parques Nacionais existentes na Ilha.


Onça-pintada Panthera onca Atualmente, é classificada, pela IUCN, como quase ameaçada, indicando que pode estar em perigo num futuro próximo. Na década de 1960, houve uma diminuição significativa no número de indivíduos, pois anualmente mais de 15.000 peles foram exportadas ilegalmente da Amazônia Brasileira. A probabilidade de sobrevivência a longo prazo é considerada alta em 70% de seu habitat, notadamente nas regiões da Amazônia, do Gran Chaco e do Pantanal. As maiores ameaças são o desmatamento do seu habitat, a caça, a fragmentação dos habitats e o comportamento dos pecuaristas, que frequentemente caçam ou envenenaram as onças-pintadas para tentar proteger o gado.

Boto Vermelho ou Boto Cor-de-rosa  Inia geoffrensis  está listado na Lista Vermelha da IUCN, União Internacional para Conservação da Natureza, como sendo de DD dados deficientes.  A espécie foi anteriormente listada como Vulnerável, mas seu estado foi alterado por causa da quantidade limitada de informação disponível sobre as ameaças atuais, ecologia e evolução da população. Em áreas onde os parentes próximos dos golfinhos têm sido estudados parecem bem distribuídos e relativamente abundantes. No entanto, essas áreas representam apenas uma pequena proporção do total de distribuição da espécie e são muitas vezes áreas de preservação. Seus maiores inimigos são o desmatamento e outras atividades humanas que contribuem para perturbar a sua subsistência. Algumas mortes de botos-cor-de-rosa ocorrem por envenenamento com mercúrio no meio ambiente devido às minas de ouro. 

Tartaruga-da-amazônia Podocnemis expansa é uma espécie em extinção e é protegido na maioria das áreas onde pode ser encontrada,  todas as tartarugas do género Podocnemis se encontram atualmente no Anexo II da Convenção CITES, assinado por mais de 100 países em todo o mundo, pela qual o seu comércio e utilização obedece a regras muito restritas. É uma espécie de grande porte, sendo que os maiores exemplares chegam a alcançar 90 cm de comprimento ou mais.

cervo-do-pantanal Blastocerus dichotomus os predadores naturais do Cervo do Pantanal são a onça-pintada  Panthera onca e o puma Puma concolor.  Esses animais tinham quase desaparecido completamente do seu habitat. A principal ameaça era a caça furtiva de seus chifres, mas isso agora está sob controle. A destruição de seu habitat, hoje, é a principal ameaça aos cervos. A represa de Yacyretá  alagou uma área em que várias centenas de exemplares viviam e a drenagem de pântanos para a agricultura e pecuária ameaçam centenas de hectares a cada ano na Argentina e no Brasil. Doenças contagiosas do gado também são um problema, embora tenha sido demonstrado que o veado não é afetado pela brucelose.

Ariranha, lontra-gigante, lobo-do-rio ou onça-d'água Pteronura brasiliensis A IUCN listou a lontra gigante como "em extinção" em 1999, tinha sido considerada "vulnerável"em todas as listas anteriores desde 1982, quando pela primeira vez dados suficientes estiverem disponíveis. É regulado internacionalmente no Apêndice I da Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e Flora (CITES): todo o comércio de espécimes e peças é ilegal. O animal enfrenta uma variedade de ameaças críticas, a caça há muito tempo tem sido um problema. A espécie quase completamente dizimada e seus numeros cairam para apenas 12 em 1971. A aplicação da CITES em 1973 finalmente trouxe reduções significativas da caça. Mais recentemente, a destruição e degradação dos habitats tornou-se a principal ameaça, uma redução de 50% é esperada no número de lontra gigante dentro de 20 anos. Um estudo da UICN em 2006, indicou a existencia de cerca de 1.000 a 5.000 ariranhas. O Pantanal  teve uma recolonização muito bem sucedida, estima-se que cerca de 1.000 animais vivam na  região.

5 Comentários:

Suziley disse...

Linda Ilha do Bananal. Lindo Boto. Olha o Pantanal, aí, na Onça pintada. Maravilhosa postagem Cleisson, parabéns!! Uma ótima semana, abraços :)

Jailson Ribeiro disse...

Estou retribuindo sua visita e muito obrigado pelos elogios ao meu Blog.
Tenha uma boa semana.

Jailson

http://biologianatural.blogspot.com/

lucidreira disse...

Temos que colocar a mão na consciência! E tentar ajudar a preservar.
Não podemos perder mais nenhum elemento desses na natureza.
Abraço

Cleisson disse...

É verdade, essa nossa riqueza tem que ser considerada, por todos nós, como o nosso maior tesouro.

Abraço

Anônimo disse...

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