• Estes são os posts do marcador "Aquario"
  • 07 julho 2010

    Polvo Paul, o polvo vidente na Copa do Mundo

    Paul é o vidente mais famoso do momento. O polvo, que vive em um aquário na Alemanha, acertou todos os palpites que deu sobre os resultados da Copa do Mundo.

    No último ele escolheu e a Espanha venceu a Alemanha na semi final da Copa da África. Será que ele vai dar palpite e quem sabe escolher o campeão?


    Veja o video onde ele escolhe a Espanha como finalista da Copa.

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    17 fevereiro 2010

    O melhor animal de estimação


    Ou melhores animaizinhos pra você ter em casa.
    É claro que isso tudo é caso de ter gosto pra coisa e como se diz gosto cada um tem o seu, mas como bom aquarofilista, quero apenas expor um pouco do que me levou a paixão pelos aquários ou pelos peixes.

    Também não vou dizer que não da trabalho nenhum ter um aquário, porque pelo contrário, da muito trabalho mantê-lo numa qualidade ideal para os peixinhos.

    A principio as vantagens de se ter peixinhos de estimação é que:
    Eles ocupam pouco espaço da sua casa, dependendo do tamanho do aquário é claro, mais sempre muito menor do que um cachorro por exemplo. Qual o tamanho ideal do aquário

    Peixes não sujam a casa toda nem bagunçam o ambiente, no máximo vão sujar o aquário depois de algum tempo lá. Como manter o seu aquário limpo

    É claro que você não vai poder brincar com seus peixinhos, nem pega-los no colo mais eles são maravilhosos, você não cansa de observar e ate percebe que eles, depois de algum tempo, reconhecem quem cuida deles.

    Um aquário está sempre mudando, os peixes, realmente, são muito mais sensíveis que os outros bichinhos e tem um tempo estimado de vida menor, você deve se acostumar com as perdas mas quando bem cuidados eles podem fazer sua alegria por alguns anos.

    Conheça algumas espécies consideradas ideais para iniciantes no hobby:
    Os melhores peixes pra seu aquário
    Como iniciar meu aquário

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    06 fevereiro 2010

    Os melhores peixes para seu aquário.

    Lista de peixes de água doce para seu aquario.
    Essa lista é principalmente pra você iniciante no aquarismo, que tem um aquario pequeno caseiro e quer espécies resistentes ao periodo de aprendizado e que se dão bem em ambientes menores.
    Guppy também chamado de lebiste Poecilia reticulata é um belo peixe ornamental de comportamento pacífico, originário da América Central e América do Sul, com vida de aproximadamente 2 anos. O comprimento do macho adulto é de aproximadamente 5 centímetros e o da fêmea 7 cm. A variedade de padrões e cores é enorme entre as várias populações, inclusive, em linhagens albinas. Os guppys criam de uma forma fácil, basta fazer com que o macho se interesse pela fêmea para a fecundar e logo de seguida colocar a mesma numa maternidade de forma que quando os alevinos nascerem tenham logo local para poderem nadar seguros. Os Guppys podem ser alimentados várias vezes ao dia desde que seja em pequenas porções, o cardápio pode ser variado e incluindo alimentos vivos como por exemplo artêmias salinas ou enquitréias.
    Paulistinha Danio rerio Possui cerca de cinco centímetros de comprimento, coloração geral prateada, com cinco faixas longitudinais azul-escuras, lembrando a bandeira do estado de São Paulo. É uma espécie ovípara ornamental, muito apreciada por aquariófilos. Também é conhecido pelos nomes de bandeirinha, paulistinha e bandeira-paulista. Pode viver de três a cinco anos e foi o primeiro animal geneticamente modificado a ser vendido em grande escala.
    Molinésias Junto com seus primos Platy, os mollies são parte de um grupo piloto de aquicultura vivíparos, que podem viver em água fresca para peixes totalmente marinhos e uma grande variedade de outras condições. São peixes comuns encontrados em qualquer loja de aquarismo.

    Platy Xiphophorus maculatus é uma espécie de peixe ornamental de água doce e é muito apreciado por aquaristas inciantes. Chega a medir no máximo 6 cm.


    Espadas Xiphophorus hellerii trata-se de uma espécie pacífica podendo ser criada em aquários comunitários, não sendo agressivo com oustras espécies. Normalmente são alaranjados, alguns esverdeados, quando em boas condições. Porém não é difícil encontrar espécies vermelhas, amarelas e negras. Sua alimentação baseia-se em vegetais. Em pequenos aquários, aconselha-se deixar no mínimo um casal, porém o ideal seria um trio sendo duas fêmeas. Não é difícil identificar os machos das fêmeas, pois os machos são os únicos a ter a cauda alongada. E, as retfêmeas constumam ser maiores.

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    03 fevereiro 2010

    Qual o tamanho ideal do aquário.

    Um aquário pode variar de uma pequena tigela de vidro que contenha menos de um litro de água até aquários públicos imenso com ecossistemas completos. Aquários relativamente grandes resistem melhor a mudanças rápidas de temperatura e pH, permitindo uma maior estabilidade do sistema.


    Aquários redondos ou em forma de taça são totalmente inadequados para a maioria dos peixes. Os aquários devem conter três tipos de filtração: biológica, mecânica e química para manter as condições da água em níveis adequados.

    Aquários com menos de 100 litros tem um lugar especial na aquariofilia, estes aquários, denominados recifes, têm um volume de água considerado de pequeno porte. As limitações práticas, notadamente o peso, um litro de água doce tem uma massa de 1 kg e a pressão interna da água, exigindo revestimento de vidro de grande espessura, mantém a maioria dos aquários caseiros com no máximo 1 metro cúbico de volume, ou seja, 1,000l ou 1000kgs.


    Como saber quantos peixes posso colocar no aquario?

    Os exemplos abaixo são para pequenos peixes de água doce, peixes de água doce maior e peixes marinhos precisam de muito mais espaço no ambiente.

    Para os peixes adultos devem ter 3 centímetro de comprimento de peixe para 4 l de água ou seja, para um peixe de 6 centímetros de comprimento é necessário cerca de 8 litros de água.

    Cada 1 centímetro de comprimento do adulto precisa aproximadamente de 30 centímetros quadrados de superfície.

    Aquaristas experientes alertam contra a aplicação destas regras com demasiado rigor, porque não considera outras questões importantes, como a taxa de crescimento, o nível de atividade, comportamento social, área de superfície da vida vegetal, e assim por diante. Estabelecer a capacidade máxima é uma questão de adicionar peixes lentamente e monitorar a qualidade da água ao longo do tempo.


    • Peixes menores consomem mais oxigênio por grama de peso corporal do que os peixes maiores.
    • Um aquário de maior profundidade não suporta mais peixes do que um aquário raso com a mesma área de superfície.
    • Os peixes tendem a se sair melhor em tanques proporcionais ao seu tamanho, isto é, grandes peixes precisam de aquários grandes e pequenos peixes podem se dar bem em ambientes menores.
    • Cuidado, o aquário pode ser adequado no que diz respeito à capacidade de filtração, carga de oxigênio e água e ainda ser tão lotado que os habitantes ficam desconfortáveis.
    • Para saber a capacidade de água do seu aquário basta multiplicar comprimento x largura x altura, exemplo, comp. 30cm x alt. 20cm x larg 15cm = 9000cm3/1000 = 9 litros


    Aquários públicos criados para a exposição de espécies de grande porte podem ser significativamente maior do que qualquer aquário caseiro. O Georgia Aquarium EUA, por exemplo, possui um aquário individual de 6.300.000 litros (23.800 m3).

    ”SaibaSaiba mais sobre Aquários

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    02 fevereiro 2010

    Ciclo do Nitrgênio no aquário.

    A ecologia ideal do aquário reproduz o equilíbrio que se encontra na natureza em um sistema fechado. Na prática, é quase impossível manter um equilíbrio total. Como exemplo, uma relação equilibrada de presa-predador é quase impossível, inclusive nos grandes aquários. É mais fácil manter o equilíbrio em grandes aquários, daí a preferência dos aficionados por grandes depósitos.

    Um assunto essencial no estudo da vida no interior de um aquário é a gestão dos resíduos biológicos produzidos pelos seus habitantes. Peixes, invertebrados, fungos e algumas bactérias excretam resíduos nitrogenados em forma de amoníaco, que se pode transformar em amônio, dependendo da composição química da água, e deve passar pelo ciclo do nitrogênio. Também se produz amoníaco através da decomposição das plantas e da matéria animal, incluindo fezes e outros detritos. Os dejetos nitrogenados, em altas concentrações, tornam-se tóxicos para os peixes.

    Um aquário bem equilibrado contém organismos que metabolizam os dejetos dos outros residentes desse ambiente. Os resíduos nitrogenados, que são produzidos em um aquário, são metabolizados por bactérias nitrificantes que capturam o amoníaco da água e o metabolizam para produzir nitritos. Os nitritos também são altamente tóxicos para os peixes em taxas elevadas. Outro tipo de bactéria converte os nitritos em nitratos, menos tóxicos.

    Além das bactérias, as plantas aquáticas também eliminam os resíduos nitrogenados metabolizando o amoníaco e os nitratos. Quando as plantas metabolizam compostos do nitrogênio, eliminam este elemento da água, convertendo-o em biomassa. No entanto, isto é somente temporário, já que as plantas voltam a expulsar o nitrogênio na água quando as folhas velhas se decompõem, por exemplo.

    O acúmulo de nitratos nos aquários caseiros exige que o cuidador realize trocas periódicas da água, retirando a água rica em nitratos e preenchendo com água pobre em nitratos. Se o aquário não passar pela ciclagem inicial antes de se colocarem os peixes é necessário trocas parciais frequente da água de duas a três vezes por semana.

    Os peixes podem ajudar na ciclagem mas sofrem muito nesse periodo, deve-se escolher bem as espécies a serem colocadas, a principio as mais "resistentes".

    Os aquários não contêm as populações de bactérias necessárias para "limpar" os resíduos nitrogenados prduzidos por seus habitantes. Este problema é mais ou menos solucionado por duas formas de filtração: os filtros de carbono ativo que absorvem os compostos de nitrogênio e outras toxinas da água e os filtros biológicos que proporcionam um meio especial para a colonização das bactérias nitrificantes desejadas.

    ”SaibaSaiba Mais Sobre Aquários

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    25 maio 2009

    Conheça os peixes marinhos venenosos.

    Peixe-leão, peixe-peru, peixe-dragão e peixe-escorpião são alguns nomes vulgares para uma grande variedade de peixes marinhos venenosos. Os peixes-leão são predadores vorazes. Quando estão caçando encurralam as presas com seus espinhos e num movimento rápido, as engolem por inteiro. Eles são conhecidos por seus enormes espinhos dorsais e pela coloração listrada, de cores vermelha, marrom, laranja, amarela, preta ou branca.

    Os Peixes-leão são nativos da região Indo-Pacífica, vivendo sempre próximos à recifes de coral, mas algumas espécies podem ser encontradas em outras regiões do mundo. Devido a uma recente introdução, eles podem ser encontrados no oeste do Oceano Atlântico e Mar do Caribe.


    Os Peixes-leão vivem até 15 anos e podem pesar até 200g. Durante o dia preferem se abrigar em cavernas ou fendas, sendo animais de hábitos noturnos. Alimentam-se de pequenos peixes e normalmente só os comem vivos, mas em cativeiro podem ser habituados a comer camarão congelado. São ovíparos e a desova acontece à noite.

    O veneno dos Peixes-leão é inoculado através de espinhos localizados nas regiões dorsal, pélvica e anal. Geralmente possuem de 12 a 13 espinhos dorsais, 2 pélvicos e 3 anais. Cada espinho possui duas glândulas que produzem e armazenam veneno. Os peixes-leão também possuem espinhos peitorais, porém estes não possuem glândulas de veneno. A potência do veneno varia de acordo com a espécie e tamanho do peixe-leão.

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    20 maio 2009

    Criação de peixes ornamentais ganha adeptos no país

    O custo de produção da piscicultura ornamental é muito menor do que a piscicultura de abate. Uma ou duas pessoas, no máximo, dão conta da produção”, disse Lorena, que deixou a criação de peixes para abate para criar peixes ornamentais.


    A piscicultora trabalha sozinha. Só usa um cômodo da casa para a criação nos primeiros estágios de vida dos animais, que depois são levados ao sítio do pai dela. A criação de peixes ornamentais começou há cinco anos em Patrocínio do Muriaé. Hoje, são mais de 250 mil peixes vendidos por mês, o que gera uma renda de aproximadamente R$ 200 mil.

    Os peixes ornamentais são criados em estufas, que preservam a temperatura da água em torno dos 28º. Assim, ajudam a manter o ambiente mais favorável para o animal e também uma produção que só em uma das propriedades chega a cem mil unidades.

    A espécie mais vendida é a beta. Tem a preferência do consumidor porque é mais fácil de ser criado em casa. Dispensa aparelho para oxigenar a água porque vai até a superfície para respirar. Cada beta é vendido por cerca de R$ 1,00, mas chega ao consumidor final custando até R$ 10,00. Quanto mais bonito e raro, maior o preço do peixe.

    Fonte G1

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    14 maio 2009

    TPAs-Trocas parciais de água no aquário

    A solução para a poluição no seu aquário é a troca de parte da água as chamadas TPAs. Com as trocas parciais de água substitue -se parte " da água "suja" com uma quantidade igual de água limpa, conseguindo diluir as concentrações de substâncias indesejáveis no seu aquário.

    Trocas de água parciais são a mais económica, segura e eficiente forma de manter as concentrações de nitratos a níveis razoáveis.

    Também os medicamentos que forem adicionados ao seu aquário podem ser removidos após terem servido o seu objetivo principal.

    A eficácia das mudanças de água é determinada por dois fatores: a sua frequência e a percentagem de água que é substituída. Quanto mais vezes a água for substituída, ou quanto maior a quantidade substituída maior a eficácia.

    Mais atenção! Os benefícios das trocas parciais de água têm de ser balanceados com o stress causado pela mudança rápida na química da água do seu aquário. Mudanças grandes em fatores como PH e temperatura podem ser fatal aos peixes.

    É necessário que a química da água do seu aquário seja equivalente á da água substituta.

    Quanto mais frequentes as trocas, menos água tem de ser trocada, quanto mais tempo entre cada troca, maior a perturbação potencial, dado que uma grande quantidade de água é trocada.

    Trocar mais ou menos 25% da água do seu aquário de 15 em 15 dias é um bom ponto de partida, mas pode não ser suficiente. Eu, no meu aquario já devidamente ciclado, faço uma troca semanal de 20% da água.

    Certifique-se também de retirar o cloro da água antes de a adicionar ao aquário.

    Leia uma matéria completa sobre o tema.Link

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    Ciclagem correta no aquário


    Antes de mais nada lembre-se de que os peixinhos de aquário são como qualquer bichinho de estimação que você possa ter, precisam de carinho e responsabilidade para serem cuidados. Como qualquer ser vivo precisam de um ambiente saudável para se desenvolverem com saúde.

    Um aquário é um pequeno mundo vivo em miniatura, e preparar a casa significa estabelecer neste mundinho toda a biologia necessária, que possibilitará vida saudável em um ambiente fechado e pequeno.

    A ciclagem consiste em dar um tempo para o desenvolvimento de bactérias nitrificantes, dependemos da formação de uma boa colônia de bactérias para que possa haver vida saudável em nossos aquários.

    Portanto é fundamental, nas primeiras semanas, fazer com que a colônia de bactérias se multiplique até atingir uma quantidade que seja capaz de processar os dejetos dos peixes que virão a seguir.

    As bactérias nitrificantes irão fixar-se em qualquer local onde haja uma boa oxigenação, porém, as colônias serão mais prósperas em locais onde não haja muita luz, e onde a corrente de água não as moleste em demasia.

    Como proceder durante a ciclagem:

    Depois que o aquário estiver pronto e com água as colônias de bactérias irão se desenvolver naturalmente. lembrando que você já terá colocado uma pequena quantidade de bacterias junto com a água ou com o cascalho.

    Uma ótima maneira de começar é colocando plantas naturais.

    Também se pode colocar uma pitada de ração, ou um pequeno pedaço de peixe ou camarão e existem produtos comerciais incentivadores do ciclo.

    É muito comum colocar "peixes cicladores" para acelerar o processo também. Acrescenta-se uns 2 ou 3 peixes resistentes como os paulistinhas, por exemplo, para viver no aquário enquanto este está passando pela ciclagem. Mas este não é um bom procedimento pois se está submetendo estes peixes a um stress desnecessário.

    Também pode-se usar água de aquários já ciclados retiradas durante as TPAs.

    Após o período concluído, níveis de amónia e nitrito zerados (em torno de 30 dias) a população deve ser aumentada gradualmente, para permitir que a quantidade de bactérias também vá se adaptando ao aumento da carga biológica.

    Leia essa matéria do Era dos Aquários que eu acompanho como bom aquarista ou tentando me tornar um.Link

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    25 março 2009

    Como cuidar dos peixinhos ornamentais

    Um enorme número de espécies conhecidas de peixes e plantas podem ser mantidas em aquários, desde que se respeitem os limites e necessidades de cada espécie, como espaço adequado, compatibilidade de espécies, temperatura, pH e dureza da água, iluminação, pressão.

    Para que um aquário se desenvolva bem é necessário observar alguns cuidados mínimos. São estes a filtração, a iluminação e a manutenção dos parâmetros da água.

    A iluminação é parte importante para peixes, plantas, corais e qualquer outro ser vivente no aquário. Como podemos perceber, peixes não possuem pálpebra, logo, se mantivermos o ambiente iluminado o tempo todo, eles não conseguirão dormir e ficarão estressados. Em média, durante um dia a iluminação solar dura de 6 a 8 horas, o que é aproximadamente o período adequado para mater o aquário iluminado.

    Para aquários plantados as exigências são ainda maiores, pois devemos compreender que plantas precisam de luz para realizar a fotossíntese, logo existe um tempo mínimo e uma quantidade mínima de luz a ser aplicada. As lâmpadas também precisam ser adequadamente escolhidas.

    O PH é uma escala logarítmica de medida baseada na dissolução do íon Hidrogênio(H+) na água: quanto mais alcalina, maior o pH; quanto mais ácida, menor o PH.
    Aquários Marinhos costumam ter o pH alto, estabilizado em 8,3. Já nos de água doce, o pH varia, podendo ir de 5,5 até 9,0, de acordo com a espécie abrigada.


    Há peixes com maior afinidade por águas moles e alguns por água dura.Embora não haja relação direta entre dGH e o pH da água, devido às propriedades dos elementos químicos envolvidos, há uma tendência da água alcalina, PH mais alto, ser também dura, e da água ácida, PH mais baixo, ser mais mole.

    A tolerância de espécies a temperaturas variadas também é bastante notada em aquários.Como sabemos peixes são animais pecilotermos, logo o seu metabolismo acompanha a temperatura do ambiente.

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