• Estes são os posts do marcador "Amazônia"
  • 05 setembro 2013

    O Dia da Amazônia

    Hoje é dia de pensar em como estamos cuidando da nossa floresta

    A amazônia é a mais importante floresta do mundo, milhares de espécies animais e de plantas formam ali o maior ecossistema do planeta. A defesa da amazônia não e uma questão brasileira e sim mundial. Uma perda drástica da área verde, provocada principalmente pelo desmatamento, afeta o meio ambiente global e certamente provocará efeitos ambientais para todos vivam onde viver. Afinal a Amazônia é mesmo O Pulmão do Mundo.

    Continue lendo >>

    Hoje é o Dia da Amazônia


    dia 05 de setembro e marcado como o Dia da Amazônia


    Publicação by Greenpeace Brasil.

    Continue lendo >>

    02 janeiro 2013

    Desmatamento Zero: Assine, divulgue, compartilhe

     

    Assim como não há Natal sem árvore, o Brasil também não pode ficar sem floresta. Salvar as florestas do desmatamento não é um trabalho fácil, por isso o Greenpeace Brasil criou a iniciativa de lei popular pelo Desmatamento Zero. Precisamos do maior número possível de assinaturas para poder levar o projeto ao Congresso e pedimos seu apoio

    Continue lendo >>

    25 fevereiro 2011

    Frutos do Planeta _ Pupunha

    A Pupunha geralmente e consumida cozida em água e sal ou na forma de farinha ou óleo comestíveis. Contudo esse fruto também pode ser matéria prima para a fabricação de compotas e geléias. Existe uma grande variedade de aves, que se alimentam da pupunheira silvestre, principalmente as araras, os papagaios e os periquitos, alguns das quais são espécies endêmicas com risco de extinção.

    No Brasil, essa planta é uma solução viável para a industria palmiteira porque apresenta características agronômicas adequadas para a substituição, com vantagens, de outras palmeiras nativas como o açaí Euterpe oleraceae e a juçara Euterpe edulis, que são exploradas de forma extrativista e predatória e por isso apresentam restrições legais e risco de extinção. 

    Continue lendo >>

    04 fevereiro 2011

    Vitória Regia A flor da noite amazonica

    A flor, branca, da Vitória Régia abre apenas à noite, a partir das seis horas da tarde, e expele uma divina fragrância noturna.Cchamada pelos europeus de "rosa lacustre", mantem-se aberta até aproximadamente as nove horas da manhã do dia seguinte. No segundo dia, o da polinização, a flor é cor de rosa. Assim que as flores se abrem, seu forte odor atrai os besouros polinizadores cyclocefalo casteneaea, que a adentram e nelas ficam prisioneiros. Hoje existe um controle, por novas tecnologias, em que é possível controlar o tamanho dos pratos e com isso elas tornaram- se muito usadas no paisagismo urbano tanto em grandes lagos como em pequenos espelhos d'água.

    Continue lendo >>

    04 janeiro 2011

    As maiores florestas do mundo

    As florestas tropicais húmidas formam os biomas mais ricos em espécies, e as das Américas são consistentemente mais ricas do que a florestas húmidas da África e Ásia. Como a maior extensão de floresta tropical das Américas, a Amazônia têm inigualável biodiversidade seguida pelas florestas tropicais africanas e pelas florestas tropicais do sudeste asiatico.

    Continue lendo >>

    01 abril 2010

    A Amazônia dos nossos vizinhos


    A Bacia Amazônica cobre um terço da América do Sul e está localizado no território nacional do Brasil, Bolívia, Peru, Equador, Venezuela, Colômbia, Guiana, Suriname e Guiana Francesa. É a região do mundo mais rica em biodiversidade.

    Continue lendo >>

    20 fevereiro 2010

    Conservacão dos primatas brasileiros


    Estado de preservação das espécies de primatas endémicas do Brasil
    O Cuxiú preto Chiropotes satanas é um macaco brasileiro. Seu corpo é tem cerca de 50 cm e pesa cerca de 4 kg. Habitam zonas de floresta tropical densa, na Amazônia oriental, sendo restritos a uma pequena área entre o rio Tocantins no Pará e o rio Grajaú no Maranhão. São animais diurnos, que passam toda a vida nas árvores, alimentando-se de folhas e frutos. Esta classificado na lista vermelha de animais ameaçados com criticamente em perigo.

    O bugio também conhecido por guariba, barbado ou macaco uivador está entre os maiores primatas neotropicais, com comprimento de 30 a 75 centímetros. Pode atingir até 9 kg de peso. O desmatamento ameaça a sobrevivência dos bugios de diferentes maneiras. A mais evidente é a retirada da vegetação, o que restringe seus ambientes a pequenos fragmentos isolados. As duas subespécies constam na lista do Ibama como criticamente em perigo e vulnerável, respectivamente.

    O macaco barrigudo Lagothrix lagotricha é um primata encontrado originariamente na Amazônia brasileira. É um dos maiores consumidores de frutos, folhas e flores, sendo um dispersor de sementes, preferindo viver em florestas inundadas, ao Norte do Rio Negro e Rio Solimões pela quantidade de alimento. Vive em grupos que ocupam grandes áreas. Pesam entre 8 e 12 kg. Seu estado de conservação é vulnerável isso principalmente pela caça, tráfico de animais silvestres e baixas taxas de crescimento populacional, pois a taxa reprodutiva é de nascimentos apenas a cada três anos.

    macaco prego é atualmente a designação genérica da antiga espécie de macacos Cebus apella. Suas várias subespécies são hoje consideradas espécies distintas. Os macacos-prego são considerados os primatas mais inteligentes das Américas. É o único primata neotropical que frequentemente utiliza ferramentas em ambiente natural. O prego tem comprimento corporal de 32 a 57 centímetros, o comprimento da cauda de 38 a 56 centímetros, com os machos geralmente maiores e mais pesados que as fêmeas. Os adultos pesam entre 1,1 kg e 3,3 kg, enquanto os filhotes têm peso de cerca de 260 grs. Esta espécie vive no norte da Floresta Amazônica do Guianas e Brasil a oeste do Rio Negro. Não corre risco aparente de extinção seu estaus é considerado pouco preocupante.

    Muriqui ou mono carvoeiro Brachyteles arachnoides é o maior entre os primatas do continente americano, encontrado originariamente na Mata Atlântica brasileira, consta da Lista Vermelha da UICN na categoria Em perigo crítico . É um dos primatas mais ameaçados do mundo. O adulto chega a medir 1,5 metro de altura com uma cauda de um metro e pesa 15 kg.
    Endêmico da Mata Atlântica do sudeste do Brasil, sofre os efeitos do antropismo por várias vertentes: destruição da floresta que é seu habitat original, caça ilegal nas áreas estatais preservadas, comércio ilegal em áreas privadas.

    Soim de coleira Saguinus bicolor é um sagüi encontrado na Amazônia brasileira, mais especificamente na cidade de Manaus e seus arredores, no Amazonas. Medem cerca de 20,8 a 28,3 cm., incluindo a cauda que tem de 33,5 a 42,0 cm. Os machos pesam 428 gramas, sua expectativa de vida é de aproximadamente 10 anos na selva. Encontra-se ameaçado de extinção devido a deflorestação, uma vez que sua área de ocorrência é restrita e vem sendo ocupada pelo crescimento da cidade de Manaus está criticamente em perigo, a perda e degradação do seu habitat pode estar diretamente relacionados à caça e à exploração floresta.

    O Uacari Branco Cacajau calvus é encontrado originariamente na Amazônia brasileira. Há quatro subespécies do Uacari, cada um dos quais é considerado vulneráveis à extinção. É um primata de pequeno porte com tamanho entre 36 a 57 cm e a cauda é de 14 a 16 centímetros de comprimento. O macho pesa entre 3 e 4 kg e as fêmeas 2,5-3 kg. O estado de conservação desta espécie foi alterada de vulnerável para quase ameaçado em 2008 pela World Conservation Union (IUCN) na sua Lista Vermelha porque a espécie tem vindo a diminuir, pelo menos, 30% nos últimos 30 anos, devido à caça e perda de habitat. Embora o estado de conservação tem melhorado, o número real da população está em uma tendência decrescente.

    O Uacari Preto Cacajau melanocephalus, seu corpo com a cabeça têm até 60cm e cauda de até 15cm. Habita as partes mais altas das árvores, raramente descendo ao chão. Vive em florestas tropicais. Classificado na lista Vermelha da IUCN como pouco preocupante quanto a ameaça de extinção.

    Macaco Aranha Preto Ateles paniscus, Seus representantes são popularmente conhecidos como macacos aranha ou coatás. O macaco-aranha é o mais rápido e o mais acrobático dos mamíferos da floresta. Com rapidez quase imperceptível aos olhos, o macaco escapa de seus predadores. O comprimento do corpo é de 40 a 50 cm as fêmeas e 45 cm os machos. O comprimento da cauda é 80-88 cm nas fêmeas e 82 cm nos machos. Pesa aproximadamente 7,0 kgs. É protegido apenas no Amazonas e está listado pela Lista Vermelha da IUCN como Vulnerável.

    Continue lendo >>

    10 fevereiro 2010

    Alterações climáticas e perda da biodiversidade na Amazônia

    Ambientalistas estão preocupados com a perda da biodiversidade, o que poderá resultar na destruição da floresta e também com o lançamento do carbono contido na vegetação o que poderia acelerar o aquecimento global.


    A Amazônia representa cerca de 10% da produtividade e 10% da absorção de carbono primário em ecossistemas. As Florestas amazônicas tem acumulado aproximadamente 0,62 toneladas de carbono por hectare por ano entre 1975 e 1996.


    Um modelo de computador que estuda o futuro das alterações climáticas causadas por gases de efeito estufa mostra que as emissões da floresta amazônica pode se tornar insustentável se as condições de chuva forem severamente reduzidas e o consequente aumento da temperatura, levando a uma perda quase total da cobertura da floresta tropical na bacia até 2100.


    No entanto, as simulações das mudanças climáticas na bacia amazônica através de muitos modelos diferentes não são coerentes nas suas estimativas. Os resultados indicam que a floresta pode ser ameaçada nesse século pela mudança climática além da ameaça pelo desmatamento.


    De 2002 a 2006, a área conservada na Amazônia quase triplicou e as taxas de desmatamento caíram até 60%. Cerca de 1.000.000 quilômetros quadrados ou 250.000.000 hectares foram conservação, o que perfaz um montante atual de 1.730.000 quilômetros quadrados ou 430.000.000 hectares.


    Em 1989, ambientalista afirmaram que um hectare na Amazônia Peruana tem um valor de 6820 dólares, se a floresta for intacta e for mantida de forma sustentável para os frutos, látex e madeira e $ 1000 se for para corte raso de madeira comercial que não é colhida de forma sustentável, ou 148 dólares, se utilizadas como pastagens.


    As terras indígenas continuam a serem destruídas pelo desmatamento e ecocídio como na Amazônia Peruana onde comunidades continuam a desaparecer. Enquanto isso, a relação entre primatas e humanos ganhou uma maior atenção baseada em esforços para conservação.


    O uso de dados de sensoriamento remoto tem melhorado constantimente o conhecimento conservacionista da bacia amazônica. Reduziu os custos de sistemas e análise de cobertura do solo é provável que a tecnologia de sensoriamento remoto se tornará parte integrante da avaliação da extensão e dos danos do desmatamento na bacia. Além disso, o sensoriamento remoto é o melhor e talvez a única forma possível de estudar a Amazônia em grande escala.


    O uso do sensoriamento remoto para a conservação da Amazônia também está sendo usado pelas tribos indígenas da bacia para proteger suas terras tribais dos interesses comerciais. Usando o computador de mão dispositivos GPS e programas como Google Earth, os membros das tribos, que vivem nas florestas tropicais do sul do Suriname, Mapeam suas terras para ajudar a fortalecer suas reivindicações territoriais.


    Atualmente, a maioria das tribos na Amazônia não tem limites claramente definidos, que fazem seus territórios alvos fáceis para a caça comercial de recursos naturais. Através da utilização de tecnologia de mapeamento barato, as tribos tem esperança de proteger as terras de seus ancestrais.


    Mapear com precisão a biomassa da Amazônia e as subsequentes emissões de carbono relacionadas com a classificação dos estágios de crescimento das árvores dentro de diferentes partes da floresta é crucial. Em 2006 Tatiana Kuplich organizou as árvores da Amazônia em quatro categorias: 1 floresta madura, 2 de floresta em regeneração menos de três anos, 3 florestas em regeneração entre três e cinco anos de rebrota, e 4 floresta em regeneração de onze a dezoito anos de desenvolvimento contínuo.


    O pesquisador usou uma combinação de Radar de cobertura sintética (SAR) e Mappeamento Temático (TM) para colocar com precisão as diferentes partes da Amazônia em uma das quatro classificações.


    ”SaibaSaiba mais sobre a Amazônia

    Continue lendo >>

    09 fevereiro 2010

    A biodiversidade da Amazônia

    A ONU declarou 2010 o Ano Internacional da Biodiversidade e não há nenhum lugar no mundo com uma biodiversidade maior que a Amazônia.


    As florestas húmidas tropicais são as mais ricas em espécies e biomas e as florestas tropicais das Américas são consistentemente mais ricas do que as florestas úmidas da África e da Ásia. A Amazônia é a maior extensão de floresta tropical das Américas e portanto do mundo. Nela está presente o maior número de plantas e animais do planeta. Uma em cada dez espécies conhecidas no mundo vivem na Amazônia.


    A região abriga cerca de 2,5 milhões de espécies de insetos, dezenas de milhares de plantas e cerca de 2.000 aves e mamíferos. Até à data, pelo menos 40.000 espécies de plantas, 3.000 peixes, 1.294 pássaros, 427 mamíferos, 428 de anfíbios e 378 répteis foram cientificamente classificados na região. Uma em cada cinco de todas as aves do mundo vivem nas florestas tropicais da Amazônia. Os cientistas descreveram entre 96.660 e 128.843 espécies de invertebrados, só no Brasil.


    A diversidade de espécies vegetais é a mais alta na Terra, com alguns especialistas estimando que um quilômetro quadrado pode conter mais de 75.000 tipos de árvores e 150.000 espécies de plantas superiores. Um quilômetro quadrado da floresta amazônica pode conter cerca de 90.790 toneladas de plantas vivas. Até à data, cerca de 438.000 espécies de plantas de interesse econômico e social foram registradas na região, com muitas ainda a serem descobertas ou catalogadas.


    A superfície verde da floresta varia cerca de 25% como resultado de mudanças sazonais. Estas alterações constituem no balanço de carbono entre a fotossíntese e a respiração.


    A floresta contém várias espécies que podem representar algum perigo. Entre os maiores predadores estão as criaturas o Jaguar e a Anaconda. No rio, enguias elétricas podem produzir um choque elétrico que deixa a vítima atordoada ou pode até matar, enquanto as piranhas são conhecidos por morder e ferir. Varias espéciesde sapos liberam toxinas atraves da sua pele. Há também numerosos parasitas e vetores de doenças como Malária, febre amarela e Dengue. Os morcegos vampiros que habitam a floresta podem espalhar o virus da raiva.


    ”SaibaSaiba mais sobre a Amazônia

    Continue lendo >>

    04 outubro 2009

    O desmatamento global em números.

    O desmatamento global acelerou drastacamente a partir de 1952. Estimativas mostram que metade das florestas tropicais do planeta, entre 7,5 milhões e 8 milhões de km2 do original de 15 a 16 milhões de km2 que até 1947 ocupava as terras do nosso planeta, já foram desmatadas.

    Alguns cientistas preveem que: a menos que medidas importantes sejam tomadas a nível mundial, como proteger as florestas antigas que ainda não foram perturbadas, até 2030 restarão apenas dez por cento delas, com outros dez por cento em estado degradado. 80% terão sido perdidas e com elas centenas de milhares de espécies insubstituíveis.

    Alguns grupos ambientalistas afirmam que um quinto das florestas tropicais do mundo foram destruídas entre 1960 e 1990, que as florestas há 50 anos, abrangiam 14% da superfície terrestre e foram reduzidas para 6% e que todas as florestas tropicais terão desaparecido até o ano de 2090.

    Enquanto isso, Alan Grainger da Universidade de Leeds, argumenta que não há provas credíveis de qualquer declínio a longo prazo na área de floresta tropical. Bjørn Lomborg, autor do polêmico livro O Cético Ambientalista, afirma que cobertura florestal global manteve-se aproximadamente estável desde meados do século XX. No mesmo sentido, alguns afirmaram que para cada acre de floresta cortada a cada ano, mais de 50 hectares de novas florestas estão crescendo nos trópicos.

    Estes pontos de vista divergentes são o resultado das incertezas quanto à extensão do desmatamento tropical. Para os países tropicais, as estimativas de desmatamento são muito incertas e poderiam estar em erro. Uma análise de 2002, de imagens de satélite, sugerem que a taxa de desmatamento nos trópicos úmidos, aproximadamente 5,8 milhões de hectares por ano, é aproximadamente 23% inferior às taxas frequentemente citadas.

    Inversamente, uma nova análise de imagens de satélite revela que o desmatamento da Amazônia é duas vezes mais rápido que os cientistas anteriormente estimavam.

    Um relatório de 2005 das Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) estima que embora a área terrestre total de floresta continue a diminuir em cerca de 13 milhões de hectares por ano, a taxa global de desmatamento foi recentemente desaceleração. Outros afirmam que as florestas estão sendo destruídas a um ritmo acelerado baseados na definição da ONU para floresta que considera uma área com 10% de cobertura de árvores reais, que, portanto, incluem as áreas que são, na realidade, ecossistemas de cerrado e florestas danificadas, como florestas reais.

    Outros críticos dos dados da FAO apontam que eles não fazem distinção entre os tipos de floresta e que são amplamente baseados em relatórios de serviços florestais individuais dos países, que não levam em conta as atividades não-oficiais, como a exploração madeireira ilegal.

    Apesar dessas incertezas, há um consenso de que a destruição das florestas tropicais continua sendo um problema ambiental significativo. Até 90% das florestas costeiras da África Ocidental desapareceram desde 1900. No sul da Ásia, cerca de 88% das florestas foram perdidos. Grande parte do que resta das florestas tropicais do mundo está na bacia amazônica, onde a Floresta Amazônica abrange cerca de 4 milhões de quilômetros quadrados. As regiões com maior taxa de desflorestação tropical entre 2000 e 2005 foram a América Central, que perdeu 1,3% de suas florestas a cada ano, e a Ásia tropical.

    Na América Central, dois terços das florestas tropicais baixas foram transformadas em pastagens desde 1950 e 40% de todas as florestas foram perdidos nos últimos 40 anos.

    O Brasil perdeu entre 90 a 95% de sua Mata Atlântica.

    Madagascar perdeu 90% de suas florestas tropicais do leste.

    Em 2007, menos de 1% das florestas do Haiti permaneceiam intactas.

    México, Índia, Filipinas, Indonésia, Tailândia, Mianmar, Malásia, Bangladesh, China, Sri Lanka, Laos, Nigéria, República Democrática do Congo, Libéria, Guiné, Gana e Costa do Marfim, perderam grandes áreas de floresta.

    Vários países, nomeadamente o Brasil, declararam ter um plano emergencial nacional de prevenção do desmatamento.

    Continue lendo >>

    05 setembro 2009

    Dia da Amazônia: 5 de Setembro.


    A Amazônia é constituída por varios ecossistemas estes estão distribuídos em 23 eco-regiões, abrangendo os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Roraima, Rondônia e pequena parte do Maranão, Tocantins e Mato Grosso. Inclui também zonas de transição com os biomas vizinhos, Cerrado, Caatinga e Pantanal.

    A Floresta Amazônica possui 60% de sua cobertura em território brasileiro. É a maior floresta Tropical do mundo, possui a aparência, vista de cima, de uma camada contínua de copas largas, situadas a aproximadamente 50 metros acima do solo. A maior parte de seus sete milhões de km² é composta por uma floresta que nunca se alaga, em uma planicie de 130 a 200 metros de altitude.

    A dificuldade para a entrada de luz pela abundância de copas faz com que a vegetação rasteira seja muito escassa na Amazônia, bem como os animais que habitam o solo e precisam desta vegetação. A maior parte da fauna amazônica é composta de animais que habitam as copas das árvores, entre 30 e 50 metros. Não existem animais de grande porte. Entre as aves da copa estão os papagaios, tucanos e pica-paus. Entre os mamíferos estão os morcegos, roedores, macacos e marsupiais.

    O Rio Amazonas por muito tempo foi considerado o mais caudaloso do mundo e o segundo em comprimento, porém pesquisas recentes o apontam também como o rio mais longo do mundo e é o rio com a maior bacia hidrográfica do mundo, ultrapassando os 7 milhões de km², grande parte deles de Selva Tropical. Em média, na estação seca, 110.000 km² estão submersas, enquanto que na estação das chuvas essa área chega a ser de 350.000 km². No seu ponto mais largo atinge na época seca 11 km de largura, que se transformam em 45 km na estação das chuvas. O rio Amazonas nasce na cordilheira dos Andes e estende-se por nove países: Bolivia, Peru, Colombia, Venezuela, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Suriname e Brasil.

    Nos últimos 50 anos o governo brasileiro vem tentando integrar o território amazônico com uma série de iniciativas que recebem muitas críticas dos especialistas e da comunidade internacional, inclusive algumas experiências de agricultura em modelo europeu e a instalação da Zona Franca de Manaus, um centro industrial em meio à floresta.

    Mais recentemente tem havido iniciativas governamentais de criação de reservas extrativistas, como as do Acre e da Terra do Meio. Entretanto, como em várias outras áreas da Amazônia Legal, estas também têm sofrido com agressões ambientais de madeireiros e grandes latifundiários.

    A taxa anual de desmatamento na Amazônia cresceu de 1990 a 2003 devido a fatores locais, nacionais e internacionais. 70% da área anteriormente coberta por floresta e 91% da área desmatada desde 1970, é usada como pastagem. Além disso, o Brasil é atualmente o segundo maior produtor global de soja atrás apenas dos EUA, usada majoritariamente como ração para animais. À medida que o preço da soja sobe, os produtores avançam para o norte, em direção às áreas ainda cobertas por floresta. Cientistas usando dados de satélites da NASA constataram que a ocupação por áreas de agricultura mecanizada tem tornado-se, recentemente, uma força significativa no desmatamento da Amazônia brasileira.

    Continue lendo >>

    19 agosto 2009

    Trans-Amazonica problema ou solução.

    A Trans-amazônica (BR-230) foi inaugurado em 30 de agosto de 1972. Trata-se de 5.300 km de estrada que corta a floresta, tornando-se a terceira maior rodovia do Brasil. 

    Ela percorre os Estados brasileiros do Piauí, Maranhão, Tocantins, Pará e Amazonas, desde as proximidades de Saboeiro, até a cidade de Lábrea. A rodovia foi concebido para integrar essas regiões com o resto do país e com o Peru e o Equador. 

    Foi originalmente planejada para ser uma rodovia totalmente pavimentada 5200 km de comprimento. No entanto, esses planos foram alterados após a sua inauguração. Em particular, devido ao elevado custo de construção e a crise financeira que o Brasil enfrentava no final dos anos 1970, apenas uma parte da rodovia foi pavimentada, do início à 200 km de Marabá.

     A falta de uma estrada totalmente fechada causa muitos problemas. Viagens sobre os trechos  não pavimentados da rodovia são extremamente difícieis durante a estação chuvosa da região, entre outubro e março. 

    A construção da rodovia era muito desafiadora. Trabalhadores da construção rodoviária ficavam freqüentemente isolados e sem comunicação, visitas ocasionais a cidades próximas era o único contato. O acesso a locais da construção era realizado principalmente por pequenos aviões usando pistas temporarias e barcos.  Varias técnicas e procedimentos que aconteceram durante a construção da Belém-Brasília (BR-153) foram utilizados na contrução. 

    De acordo com o DNIT está previsto o asfaltamento de aproximadamente 800 km da rodovia nos próximos 4 anos e melhorias das redes de transportes na região central do Estado do Pará.

    A construção tem causado indiretamente uma grande parte do desmatamento no Brasil, onde há estradas, é mais fácil o transporte de madeira. Imagens de satélites demonstram como as estradas aumentam o desmatamento.

    Continue lendo >>

    17 agosto 2009

    Desmatamento na Amazônia

    A taxa anual de desmatamento na Amazônia tem aumentado desde 1990 a 2003 por causa de fatores a nível local, nacional e internacional. 70% das áreas desmatadas em terras da Amazônia, e 91% das terras desmatadas desde 1970 , são usadas para pastagem do gado.

    Além disso, o Brasil é atualmente o segundo maior produtor mundial de soja atrás dos Estados Unidos, principalmente para a alimentação animal, enquanto os preços da soja aumentam, os sojicultores estão empurrando, em direção ao norte, as áreas florestais da Amazônia.

    As propriedade desmatadas são valorizadas 5 a 10 vezes mais do que a terra de floresta e por esse motivo o proprietário, cujo objetivo final é revenda, transforma suas propriedades em campos. As necessidades dos agricultores de soja têm sido usadas para validar muitos dos controversos projetos de transporte que atualmente vem se desenvolvendo na Amazônia.

    As duas primeiras rodovias: a Belém-Brasília (1958) e a Cuiabá-Porto Velho (1968), atualmente são o ponto focal da área de desmatamento na Amazônia brasileira. A rodovia Belém-Brasília atraiu cerca de dois milhões de colonos nos primeiros vinte anos. O sucesso da rodovia Belém-Brasília na abertura da floresta foi ponto de partida para outras estradas pavimentadas que continuaram a ser desenvolvidas. As conclusões das estradas foram seguidas por uma onda de reinstalação e os colonos tiveram um efeito significativo sobre a floresta.

    Cientistas, usando dados de satélite da NASA, constataram que a recente mecanização do cultivo foi uma importante contribuição para o desmatamento na Amazônia brasileira. Esta mudança no uso da terra pode alterar o clima da região. Os investigadores descobriram que, em 2003, então o ano de pico de desmatamento, mais de 20 por cento das florestas do Mato Grosso foram convertidas em terras agrícolas. Este achado sugere que a recente expansão do cultivo da região, está a contribuir para um maior desmatamento.

    Em 2005, o preço da soja caiu mais de 25 por cento e algumas áreas de Mato Grosso apresentaram uma diminuição no desmatamento, embora a zona agrícola central continuou a limpar as florestas. No entanto, as taxas de desmatamento podem retornar aos altos níveis observados em 2003, qundo a soja e outras culturas começarem a recuperação dos preços nos mercados internacionais.

    Este novo driver da perda florestal sugere que a ascensão e queda de preços de outras culturas como a carne de bovino, madeira também podem ter um impacto significativo sobre a futura utilização da terra na região.

    A taxa média anual de desmatamento de 2000 a 2005 foi de 22.392 km ² por ano, indices 18% mais elevados do que nos cinco anos anteriores, 19.018 km ² por ano. No Brasil, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais INPE produz os números do desmatamento anualmente. Suas estimativas são observadas a partir de 100 a 220 imagens captadas durante a estação seca na Amazônia pelo satélite Landsat, também só podem considerar a perda do bioma da floresta amazônica e não a perda de campos naturais ou cerrado dentro da floresta tropical.

    De acordo com o INPE, o bioma original da floresta amazônica no Brasil de 4.100.000 km ² foi reduzido para 3.403.000 km ² em 2005, representando uma perda de 17,1%.

    Continue lendo >>

    16 agosto 2009

    Conservação da Amazônia

    Os ambientalistas estão preocupados com a perda da biodiversidade, que terá como resultado a destruição da floresta e também sobre a liberação do carbono contido na vegetação, o que poderia acelerar o aquecimento global. A floresta amazônica produz cerca de 10% da produção mundial de carbono em ecossistemas da ordem de 1,1 × 1011 toneladas métricas de carbono.


    Estima-se que as florestas amazônicas acumularam entre 0,62 e 0,37 toneladas de carbono por hectare por ano entre 1975 e 1996. Um modelo de computador sobre as alterações climáticas causadas pelas emissões de gases de estufa mostram que a Floresta Amazônica poderá tornar-se insustentável sob condições de chuva, levando a uma quase completa perda da floresta tropical na bacia até 2100.

    Contudo, simulações de alterações climáticas em toda a bacia Amazônica não são coerentes na sua estimativa de precipitação, variando de fraca a forte de acordo com aumento ou diminuição. O resultado indica que a floresta tropical poderia ser ameaçada no século 21 pelas mudanças climáticas, além do desmatamento.

    Em 1989, o ambientalista C.M. Peters e dois colegas afirmaram, que serão necessários incentivos economicos bem como biológicos para proteger a floresta tropical. Um hectare na Amazônia peruana tem um valor calculado de US $ 6.820 se for de floresta intacta, sustentável para frutos, látex e madeira e $ 1000 para madeira comercial e não sustentável, ou 148 dólares se for utilizado como pastagem bovinos.

    Os territórios indígenas continuam a ser destruídos pelo desmatamento, como na Amazônia peruana onde povos indígenas continuam a desaparecer e outros, como o Urarina, lutam para continuar pela sua sobrevivência cultural e pelo destino dos seus territórios florestais.

    De 2002 a 2006, as terras conservadas na Amazônia quase triplicaram e as taxas de desmatamento diminuíram até 60%. Cerca de 1.000.000 de quilômetros quadrados ou 250.000.000 de hectares foram colocados em uma espécie de conservação, que ascende a um valor atual de 1.730.000 quilômetros quadrados ou 430.000.000 hectares.

    Continue lendo >>

    17 junho 2009

    O Amazonas a caminho do mar.

    A Amazônia maior tem uma série de grandes sistemas fluviais, no Peru e Equador, alguns dos quais correm para o Marañón e outros diretamente para o Amazonas propriamente dito. Entre outros, estes incluem os seguintes rios: Morona, Pastaza, Nucuray, Urituyacu, Chambira, Tigre, Nanay, Napo, Huallaga e Ucayali.

    Após a confluência do Rio Apurimac e Ucayali, o rio deixa o terreno Andina e passa a percorrer uma enorme área de planícies aluviais. As margens baixas são interrompidos apenas por algumas colinas e entra na grande Amazônia.

    Em alguns pontos o rio Amazonas divide-se em dois principais fluxos fluviais com canais laterais, todos ligados por um complexo sistema de canais naturais. A partir da aldeia da Canaria na grande curva do Amazonas e do Negro, a terra é muito baixa, abaixo do que é encontrada na foz do rio. Vastas áreas de terra nesta região estão submersas, de onde se ve apenas a parte superior das árvores onde os bosques sombrios aparecem.

    Próximo à foz do Rio Negro, quase defronte ao rio Madeira, os bancos da Amazônia são de baixa, até se aproximar de Manaus onde tornam-se lugares com colinas onduladas. A Amazônia menor parece ter sido um golfo do oceano Atlântico. Apenas cerca de 10% da água descarregada pela Amazônia entra no poderoso fluxo jusante de Óbidos, a partir do norte da encosta do vale.

    A área de drenagem da bacia do Amazonas acima da cidade é de cerca de 5 milhões de quilômetros quadrados e abaixo apenas cerca de 1 milhão de quilômetros quadrados ou cerca de 20%. O banco norte consiste de uma série de íngremes colinas cobertas, que percorre cerca de 240 quilómetros de frente a foz do Xingu, na região do Monte Alegre. Estas colinas são cortadas por uma espécie de terraço que situa-se entre elas e os rios. O Monte Alegre atinge uma altitude de várias centenas de metros. Na margem sul, acima do Xingu, uma quase ininterrupta linha de baixa planície de inundação abrange quase a Santarém.

    Mais de um terço de todas as espécies em todo o mundo vivem na Amazônia, a maior das florestas tropicais e das bacias hidrográficas com uma área que se estende por mais de 5,4 milhões de quilômetros quadrados e está entre as mais ricas florestas tropicais em todo mundo.

    O rio Amazonas tem mais de 3.000 espécies de peixes reconhecidas e esse número continua a crescer. Juntamente com o Orinoco, o rio é um dos principais habitats do Boto, também conhecido como o Golfinho da Amazonas. A maior espécie de golfinhos de rio, que pode crescer até 2,6 metros. O boto é o tema de uma lenda muito famosa no Brasil, cerca de um golfinho que se transforma em um humano.

    Continue lendo >>

    Bacia Amazônica, o maior volume de água doce do mundo.

    A bacia Amazônica, a maior bacia hidrográfica do mundo, abrange cerca de 40 por cento da América do Sul, uma área de cerca de 6.915.000 quilômetros quadrados. Suas origens mais remotas encontram-se no inter-planalto andino, a uma curta distância do Oceano Pacífico.

    A área coberta pelas águas do rio Amazonas e seus afluentes mais do que triplica durante o período de um ano. Em uma seca média 110.000 quilómetros quadrados das terras estão cobertas de água, enquanto que na estação chuvosa a área alagada da Bacia Amazônica sobe para 350.000 quilômetros quadrados.

    A quantidade de água liberada pela Amazônia no Oceano Atlântico, é enorme: até 300.000 metros cúbicos por segundo na época das chuvas. A Amazônia é responsável por um quinto do volume total de água doce entrando nos oceanos mundiais.

    A Alta Amazônia tem uma série de grandes sistemas fluviais no Peru e Equador. Entre outros, estes incluem os seguintes rios: Morona, Pastaza, Nucuray, Urituyacu, Chambira, Tigre, Nanay, Napo, Huallaga e Ucayali.

    A mais distante nascente do Amazonas foi descoberta em 1996, como sendo um riacho coberto de neve a 5.597 metros no pico chamado Nevado Mismi nos Andes peruanos, cerca de 160 km a oeste do Lago Titicaca e 700 km a sudeste de Lima. As águas do Nevado Mismi correm para o Rio Apurimac, que é um afluente do Ucayali, que mais tarde se junta ao Marañón para formar o Amazonas propriamente dito. Embora este seja o ponto em que a maioria dos geógrafos identificam como a nascente do Amazonas propriamente dita, no Brasil, o rio é conhecido nesta região como Solimões. Pouco depois as águas do Rio Negro se juntam as águas do Rio Solimões e por mais de 6 km estas águas correm lado a lado sem se mistura.

    Após a confluência do Rio Apurimac e Ucayali, o rio deixa o terreno Andino e parte rodeado por planícies aluviais. As margens baixas são interrompidos apenas por algumas colinas e entra na grande Amazônia. Os sistemas fluviais e planícies aluviais no Brasil, Peru, Equador, Colômbia e Venezuela cujas águas drenam para o Solimões e seus afluentes são chamados a "Alta Amazônia".

    Nem todos os afluentes do Amazonas passam por inundações na mesma época do ano. Muitos alagamentos começam em novembro e podem continuar a subir até junho. A subida do Rio Negro começa em fevereiro ou março, e começa a ficar para trás em junho. No Madeira as subidas e descidas começam dois meses mais cedo do que na maior parte do resto da Amazônia.

    A profundidade média do rio na altura da estação das chuvas é de 40 metros e a largura média pode ser de cerca de 40 km. O rio é navegável por cerca 1.500 quilômetros. Os pequenos navios oceânicos de 3.000 toneladas e 9.000 toneladas e 5,5 metros podem ir até Iquitos no Peru, a 3.600 km do mar.

    Continue lendo >>

    15 junho 2009

    Desmatamento da Amazônia e alterações climáticas.

    Ambientalistas estão preocupados com a perda da biodiversidade, que terá como resultado a destruição da floresta e também sobre a liberação de carbono contido na vegetação, o que poderia acelerar o aquecimento global. A área verde da floresta amazônica representa cerca de 10% da produtividade terrestre e 10% das reservas de carbono em ecossistemas, da ordem de 1,1 × 1011 toneladas métricas de carbono. Estima-se que a floresta amazônica tem acumulado ± 0,37 toneladas de carbono por hectare por ano entre 1975 e 1996.

    As alterações climáticas causadas pelas emissões de gases de efeito estufa mostra que a Floresta Amazônica poderá tornar-se insustentável sob condições de chuva e gravemente reduzida quando as temperaturas aumentarem, levando a uma quase completa perda de cobertura da floresta tropical na bacia até 2100. Contudo, simulações de alterações climáticas em toda a bacia Amazônica não são coerentes na sua estimativa, variando de fraca a forte. O resultado indica que a floresta tropical poderia ser ameaçado pelas alterações climáticas se o nivel de desmatamento proceguir para além do século XXI.

    Os territórios indígenas continuam a serem destruídos pelo desmatamento, como na Amazônia peruana, onde comunidades indigenas continuam a desaparecer e outras, como o Urarina, lutam pela sua sobrevivência cultural e pelo destino dos seus territórios florestais.

    De 2002 a 2006, as terras conservadas na Amazônia quase triplicaram e as taxas de desmatamento diminuíram até 60%. Cerca de 1.000.000 de quilômetros quadrados (250.000.000 hectares) foram colocadas em uma espécie de conservação, que ascende a um valor atual de 1.730.000 quilômetros quadrados (430.000.000 hectares).

    Em 2005, parte da bacia amazônica viveu a pior seca em 100 anos e não houve indícios de que 2006 poderia ter sido um segundo ano consecutivo de seca. Segundo uma matéria de um jornal Inglês a floresta, na sua forma atual, poderia sobreviver apenas a três anos de seca. Os cientistas brasileiros no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia argumentam no artigo que esta seca seria resposta aos efeitos do desmatamento no clima regional. Estão empurrando a floresta tropical para um ponto onde seria irreversivelmente os problemas causados e ela começaria a morrer.

    Conclui-se que a floresta está à beira de ser transformada em savana ou deserto, com consequências catastróficas para o clima do planeta. As combinação das alterações climáticas e desmatamento aumentam o efeito da secagem das árvores mortas que alimenta os incêndios florestais.

    Continue lendo >>

    O problema do desmatamento na Amazônia.

    As principais fontes de desmatamento na Amazônia são a colonização humana e a urbanização dos terrenos. Antes do início dos anos 1960, o acesso ao interior da floresta foi muito restrito e a floresta permaneceu praticamente intacta. Fazendas estabelecidas durante a década de 1960 foi baseada na cultura do desbravamento. No entanto, os colonos eram incapazes de gerir os seus campos e as culturas, devido à perda de fertilidade do solo e da invasão de plantas daninhas.

    Os solos da Amazônia são produtivos apenas por um curto período de tempo e, portanto, os agricultores estão constantemente a mudar-se para novas áreas clareira e mais terras. Estas práticas agrícolas levou à desflorestação e causou extensos danos ambientais. Entre 1991 e 2000, a área total de floresta perdida na Amazônia aumentou de 415.000 para 587.000 km2, com a maior parte perdida da floresta se tornando pastagem para gado.

    Setenta por cento das Terras ex-florestais da Amazônia, e 91% das terras desmatadas desde 1970, é usada para pecuária e pastagem. Além disso, o Brasil é atualmente o segundo maior produtor mundial de soja após os Estados Unidos. As necessidades dos agricultores de soja têm sido usados para validar muitos dos controversos projetos de transporte que estão atualmente a se desenvolver na Amazônia. As duas primeiras rodovias com sucesso abertas na floresta levaram ao aumento da urbanização e desmatamento.

    A média da taxa de desmatamento anual de 2000 a 2005 foi de 22.392 km2 por ano, 18% mais elevados do que nos cinco anos anteriores 19.018 km2 por ano. Ao ritmo atual, em duas décadas, a Amazônia será reduzido em 40%. Entre 2005 e 2006 houve uma queda no desmatamento de 41%, este foi o valor mais baixo desde 1991.

    Em 2008, o presidente peruano Alan García apoiado pelo executivo através do decreto -lei conhecido como "Ley de la Selva", "a lei da selva", permitiu a venda de terras da Amazônia de propriedade estatal a empresas privadas, sem limites de prazo para os direitos de propriedade. Embora a lei tenha sido promovida como uma medida de "reflorestamento", os críticos da privatização questionaram os resultados que a medida teria de fato, podendo provocar um maior desmatamento da Amazônia e deixando incerto o destino dos povos indígenas do Peru, que normalmente não detêm o título formal da floresta em que subsistem. Devida a generalizada resistência, a lei acabou revogada pelo legislador Peruano por ser inconstitucional.

    O primeiro-ministro norueguês Jens Stoltenberg anunciou em 16 de setembro de 2008, que o Governo norueguês doaria E.U. $ 1 bilhão para o recém-criado Fundo da Amazônia. O dinheiro deste fundo irá para os projetos que visam diminuir o desmatamento da floresta amazônica.

    Continue lendo >>

    25 maio 2009

    Brasil campeão mundial de biodiversidade

    O Brasil é campeão mundial em biodiversidade: de cada cinco espécies do planeta, uma encontra-se no país. Essa enorme variedade de animais, plantas, microrganismos e ecossistemas, muitos únicos em todo o mundo, deve-se, entre outros fatores, à extensão territorial e aos diversos climas do país.

    O Brasil detém o maior número de espécies conhecidas de mamíferos e de peixes de água doce, o segundo de anfíbios, o terceiro de aves e o quinto de répteis. Com mais de 50 mil espécies de árvores e arbustos, tem o primeiro lugar em biodiversidade vegetal.

    Durante uma expedição de apenas 20 dias pelo Pantanal, coordenada pela ONG Conservation International (CI) e divulgada em 2001, foram identificadas 36 novas espécies de peixe, duas de anfíbio, duas de crustáceo e cerca de 400 plantas cuja presença naquele bioma era desconhecida pela ciência.

    A biodiversidade pode contribuir de forma significativa para a agricultura, a pecuária, a extracção florestal e a pesca. No entanto, quase todas as espécies exploradas economicamente, seja vegetal, como a soja e o café, seja animal, como o frango, são originárias de outros países, e sua exploração é feita de forma freqüentemente danosa ao meio-ambiente.

    Alguns estudos mostram que cerca de 12,5% das espécies de plantas conhecidas estão sob ameaça de extinção. Todo ano, entre 17.000 e 100.000 espécies são varridas de nosso planeta. Alguns dizem que cerca de 20% de todas as espécies viventes poderiam desaparecer em 30 anos. Quase todos dizem que as perdas são devido às actividades humanas, em particular a destruição dos hábitats de plantas e animais.

    A pecuária é uma das duas ou três maiores contribuintes para os mais graves problemas ambientais, em todos os níveis, do local ao global, incluindo problemas de degradação do solo, mudanças climáticas e poluição do ar, poluição e esgotamento da água e perda de biodiversidade. Deste modo, mudanças nos hábitos alimentares que envolvam a redução do consumo de carne ou mesmo a adoção de dietas vegetarianas seriam estratégias possíveis a fim de combater o aquecimento global.

    A pecuária é também a principal força motriz do desmatamento da Floresta Amazônica. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, cerca de 75% da área desmatada na Amazônia Legal é ocupada pela pecuária. Para comparação, a indústria madeireira, legal ou ilegal, contribui com apenas 3% do desmatamento na Amazônia. No entanto, extração de madeira é, com freqüência, seletiva, o que degrada o ambiente mas não é contabilizado como desmatamento. A pecuária intensiva é, ao lado da construção de hidrelétricas, a principal ameaça ao Pantanal.

    Continue lendo >>

      © Planeta do Bem - Todos os direitos reservados.

    Template by Dicas Blogger | Topo