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  • 18 março 2013

    6 maneiras de evitar a falta de água no futuro

    Como fazer sua parte. Dicas de economia de água em casa

    1. No banho, feche a torneira enquanto estiver se ensaboando. Uma ducha de 15 minutos, com torneira aberta, gasta cerca de 240 litros de água.
    2. Lave o carro com balde ao invés de mangueira. São necessários cerca de 230 litros de água para lavar um carro com mangueira.
    3. Molhe as plantas com regador quando o calor estiver menos intenso. Gasta-se aproximadamente 260 litros de água para regar um jardim durante 15 minutos. 
    4. Encha o lavatório de água quando for fazer a barba em vez de deixar a torneira aberta.
    5. Junte sempre o máximo de roupas para por na máquina. Cada lavagem gastam cerca de 100 litros de água.
    6. Elimine os vazamentos, troque ou conserte torneira pingando.

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    04 abril 2011

    Luta contra a extinção dos animais

    No mundo em que vivemos atormentados pela resposta da natureza às próprias atitudes do homem ainda há esperança de que a concientização de que esse planeta é nossa e nós temos que cuidar dele prevalesça.

    É inegável que atualmente mais e mais pessoas lutam pela presercvação da natureza do nosso mundo. Assim devemos nos unir e praticar boas ações e qunto mais for possivel trazer outras pessoas para participarem conosco.

    O video abaixo e muito legal pois foi produzido para mostrar que o que foi perdido nós perdemos mas o que ainda pode ser salvo só depende de nós para sobreviver. Parabéns...

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    28 setembro 2010

    As três fronteiras do Araguaia

    

    Arara Vermelha
    Ara chloropterus
     Estamos tendo a oportunidade, através da televisão, mais precisamente na nova novela das seis de conhecer um dos lugares mais ricos em biodiversidade no Brasil, a região da bacia do Araguaia. A riqueza natural dessa região é tão grande que ela possui caracteristicas de três dos maiores biomas do Brasil e do mundo: o Cerrado (a maior e mais rica savana da Terra), o Pantanal (umas das maiores planícies alagadas do Planeta) e da Amazônia ( a maior floresta tropical do mundo).

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    03 junho 2010

    Perda da biodiversidade no Golfo do México

    O maior desastre ecológico sofrido pelo planeta

    Imagens de aves sem vida em preto liso e tartarugas marinhas agonizando começam a inundar os meios de comunicação, tornando evidente o quão catastrófico é o derramamento de petróleo no Golfo do México. Ninguém pode prever durante quanto tempo ainda vai e o quanto devastador será mas já se sabe que é o maior desastre ambiental da história dos Estados Unidos.

    Os frágeis ecossistemas do Golfo do México correm grande risco. O golfo é uma área incrivelmente vital para um número incontável de espécies que vêm se refugiar nesta região específica para caça, nidificação, desova, alimentação e descanso durante a migração. O pico da migração está entre os meses de abril e Maio. Realmente não poderia ter um pior momento para tamanha tragédia.

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    12 maio 2010

    Incentivando a educação ecológica das crianças

     Danoninho para plantar
    Incentivar a experiência e educação ecológica das crianças, essa é mais uma campanha especial de danoninho para os pequenos.

    Trata-se de uma edição limitada do Danoninho, tradicional petit suisse sabor Morango, que além de todo o conteúdo nutricional, tem como o objetivo incentivar a experiência e a educação ecológica das crianças e ainda ajudar no reflorestamento da Mata Atlântica por meio de uma parceria com o Instituto de Pesquisas Ecológicas - IPÊ.

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    06 maio 2010

    Lista dos países megadiversos

    O países megadiversos formam um grupo de países que abrigam a maioria das espécies da Terra e são considerados extremamente biodiversificado.

    A lista e composta por  17 países, a maioria localizado nos trópicos. Brasil, Indonésia, África do Sul, México, Colômbia. Brasil e Austrália são os primeiros colocados.

    Em ordem alfabética, os 17 países são:

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    08 abril 2010

    As 10 árvores mais magníficas do mundo

    Encontrei um artigo interessante com o titulo "10 Most Magnificent Trees in the World."  (10 árvores mais magníficas do mundo). Navegando pelo artigo a gente percebe uma seleção única em fotos sensacionais. 
    Para quem quer ver essa seleção Top 10 veja na sequencia:


    O Boabá (Adansonia grandidieri) de Madagascar, é a árvore nacional desse país, pode atingir cerca de 30 metros de altura e 11 metros de largura sua caracteristica principal que faz com que pareça uma árvore inchada. A foto apresentada éde uma avenida de Madagascar onde está o maior Boabá do mundo.


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    02 janeiro 2010

    2010 Ano Internacional da Biodiversidade

    Em 20 de dezembro de 2006, a Assembléia Geral das Nações Unidas declarou 2010 como o Ano Internacional da Biodiversidade.

    O tema da campanha é “A biodiversidade é a vida. A biodiversidade é a nossa vida.

    De acordo com um comunicado da ONU, a campanha pretende “celebrar a diversidade da vida na Terra e contrariar a perda da biodiversidade no mundo”.

    O Ano Internacional da Diversidade Biológica será inaugurado com eventos no Brasil e na Alemanha. Em Janeiro, a Unesco lançará uma exposição internacional, em Paris.

    [Biodiversidade ou diversidade biológica é a diversidade da natureza viva. Desde 1986, o termo e conceito têm adquirido largo uso entre biológos, ambientalistas, líderes políticos e cidadãos informados no mundo todo. Este uso coincidiu com o aumento da preocupação com a extinção, observado nas últimas décadas do Século XX.

    Pode ser definida como a variedade e a variabilidade existente entre os organismos vivos e as complexidades ecológicas nas quais elas ocorrem. Ela pode ser entendida como uma associação de vários componentes hierárquicos: ecossistema, comunidade, espécies, populações e genes em uma área definida. A biodiversidade varia com as diferentes regiões ecológicas, sendo maior nas regiões tropicais do que nos climas temperados.]Wikipedia

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    30 setembro 2009

    Baleia Jubarte morre no rio Tâmisa

    A baleia jubarte foi encontrada morta no Rio Tâmisa em Londres, Inglaterra na Terça-ferira 15/09.

    A baleia era um macho jovem de 9 metros de comprimento. Foi a primeira baleia do seu tipo a ser encontrada no rio. O primeiro e único relato do avistamento de baleias foi na quinta-feira, quando foi flagrada no mesmo rio, entre os distritos londrinos de Northfleet e Tilbury.

    Na época, peritos científicos suspeitaram de que a criatura poderia ter sido um baleia-de-garrafa. Não houve aparições posteriores da baleia até sábado de manhã, quando a carcaça da baleia jubarte foi encontrada perto de Dartford Bridge.

    Um exame feito pela Sociedade Zoologica de Londres revelou que ela tinha morrido de fome e foi estimada ter cerca de dois anos. Os testes ainda estão em curso.

    Rob Deaville, um zoólogo da sociedade disse: "Quando as baleias entram no sistema do rio é muito difícil para elas sairem novamente. Mais testes ainda estão pendentes e podem fornecer informações adicionais sobre o que aconteceu com essa baleia." Deaville é o gerente do projeto.

    Ele também comentou: "Os resultados preliminares indicam que ela pode ter morrido em consequência da fome. Houve somente 12 encalhes de baleias jubarte nos últimos 20 anos e este é um evento extremamente raro."

    "Embora seja obviamente um resultado triste, neste caso, o exame pos-mortem nos deu uma rara oportunidade de examinar um animal verdadeiramente extraordinário de perto. Esperamos que as informações recolhidas através de exames como esses, ajudem ainda mais a nossa compreensão desses animais e também ajude a contribuir para a melhoria do seu estado de conservação."

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    21 setembro 2009

    Et do Panamá deve ser mesmo uma preguiça

    A história do momento no mundo animal ou extraterrestre é tentar desvender o segredo do ET do Panamá. O que seria realmente a criatura encontrada pelos jovens panamenhos saindo de uma gruta e que foi brutalmente morta por eles a pedradas e jogadas dentro de um lago.

    Segundo especialistas as caracteristas do animal são bastante peculiares e não se parece com nenhuma espécie conhecida, ainda de acordo com biologos pode se tratar de uma espécie ainda não registrada ou de algum animal com má formação.

    Mas já temos uma solução para o mistério!

    Pelo menos é a opinião do Biólogo Anderson Augusto, do zoológico do Rio convidado pelo Fantástico para ajudar a desvendar o mistério.

    Segundo Anderson as caracteristicas físicas do animal leva a crer que seja uma preguiça ou um tamanduá porém é mais provável que realmente se trate de uma preguiça.

    O estado em que o animal foi fotografado, completamente sem pelos e todo inchado, é explicado pelo falto do animal ter sido deixado morto dentro do lago.

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    10 setembro 2009

    A Bomba Biológica

    A bomba biológica é a soma de um conjunto de processos mediados biologicamente pelo transporte de carbono da superfície da zona eufótica para o interior do oceano. O carbono orgânico é transportado principalmente pelo afundamento do material particulado, por exemplo, organismos mortos incluindo esteiras de algas ou pelotas fecais. 

    No entanto, uma parte do carbono que atinge o fundo do oceano por transporte físico como carbono orgânico dissolvido (DOC)  de processos como voltam a superficie em vez de afundar.  O Carbono que atinge o fundo do oceano por estes meios é carbono orgânico ou partículas de carbono inorgânico como o carbonato de cálcio (CaCO3). O primeiro é um componente de todos os organismos, esta última apenas de calcificar organismos, por exemplo cocolitóforos, foraminiferans ou pteropods. Em referência à utilização destes materiais diferentes em organismos, a parcela de carbono orgânico deste transporte é conhecida como os tecidos moles da bomba, enquanto que a porção de carbono inorgânico é conhecida como tecidos duros. 

    No caso de material orgânico, remineralização ou decomposição, processos como a respiração bacteriana, à retorno do carbono orgânico em dióxido de carbono dissolvido. 

    O carbonato de cálcio dissolve-se a uma taxa dependente da química do carbonato local. Como esses processos são geralmente mais lento do que os processos de síntese e porque o material particulado está afundando, a bomba transporta material biológico da superfície do oceano para suas profundezas. 

    Como a bomba biológica desempenha um papel importante no ciclo do carbono da Terra, um esforço significativo é gasto para quantificar a sua força. No entanto, porque elas ocorrem como resultado de mal contrução das interações ecológicas geralmente em profundidade, os processos que formam a bomba biológica são difíceis de medir. 

    Um método comum é a estimativa da produção primária alimentada por nitrato de amónio e esses nutrientes têm fontes diferentes que estão relacionadas com a remineralização do afundamento do material. A partir destas é possível obter o chamado m-razão, uma aproximação para a força local da bomba biológica. Aplicar os resultados desses estudos locais para a escala global é complicado pelo papel da circulação do oceano em regiões diferentes. 

    A bomba biológica tem uma contra partida físico-química conhecida como a bomba de solubilidade. Para uma visão geral de ambas as bombas, consulte Falkowski & Raven (1999).

    A combustão de combustíveis fósseis e a produção de cimento têm levado a um fluxo de CO2 para a atmosfera. Atualmente, cerca de um terço das emissões antropogénicas de CO2 acredita-se estar entrando no oceano. No entanto, não é creditado a bomba biológica um papel significativo neste fluxo. Isso ocorre porque a bomba biológica é limitada principalmente pela disponibilidade de luz e nutrientes e não de carbono. Isto está em contraste com a situação em terra, onde elevadas concentrações atmosféricas de CO2 pode aumentar a produção primária, pois as plantas terrestres são capazes de melhorar a sua eficiência na utilização da água = diminuição da transpiração quando o CO2 é mais fácilmente obtido. 

    No entanto, existem ainda algumas incertezas no ciclo do carbono marinho e algumas pesquisas sugerem que a uma relação entre o elevado teor de CO2 e a produção primária marinha. As mudanças climáticas podem afetar a bomba biológica no futuro, o aquecimento pode estratificar a superfície do oceano. Acredita-se que isso poderia diminuir a oferta de nutrientes para a zona eufótica, reduzindo a produção primária lá. 

    Além disso, as mudanças no sucesso ecológico de organismos de calcificação causada pela acidificação do oceano pode afetar a bomba biológica, alterando a resistência dos tecidos duros da bomba. Esta situação poderá, então, criar um efeito sobre os tecidos moles da bomba.

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    23 agosto 2009

    A agricultura biológica

    Agricultura biológica é a forma de agricultura que se baseia na rotação de culturas, adubação verde, compostagem, controle biológico de pragas, cultivo mecânico, etc .. para manter a produtividade do solo e o controle de pragas, excluindo ou limitando estritamente o uso de fertilizantes e pesticidas sintéticos, reguladores de crescimento, aditivos para alimentação animal e organismos geneticamente modificados.


    Desde 1990, o mercado de produtos orgânicos tem crescido em ritmo acelerado. Esta demanda levou a um aumento semelhante em terras agrícolas sob manejo orgânico. Cerca de 32,2 milhões de hectares em todo o mundo são cultivados organicamente, o que representa cerca de 0,8 por cento da superfície agrícola total mundial.

    Além disso, a partir de 2007 produtos orgânicos selvagens são colhidas em cerca de 30 milhões de hectares. Os métodos utilizados na agricultura orgânica são internacionalmente regulamentados e legalmente imposto por muitas nações, baseado em grande parte nas normas estabelecidas pela Federação Internacional dos Movimentos de Agricultura Orgânica (IFOAM), uma organização internacional para as organizações orgânicas criada em 1972.

    IFOAM define o objetivo primordial da agricultura biológica, como: "A agricultura orgânica é um sistema de produção que sustenta a saúde dos solos, dos ecossistemas e das pessoas. Ele se baseia em processos ecológicos, na biodiversidade e nos ciclos adaptados às condições locais, ao invés do uso de insumos, com efeitos adversos. A agricultura orgânica combina tradição, inovação e ciência trazendo benefício para o ambiente e promovendo relações justas e uma boa qualidade de vida para todos os envolvidos .. "

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    19 junho 2009

    Queda e recuperação dos ecossistemas.

    A introdução de novos elementos, quer sejam bióticos ou abióticos, em um ecossistema tende a ter um efeito perturbador. Em alguns casos, isso pode conduzir a um colapso ecológico, bem como a morte de muitas espécies no ecossistema.

    Sob uma noção de saúde ecológica tem se ffeito tentativas para medir a robustez e capacidade de recuperação de um ecossistema, isto é, até onde o ecossistema está longe de seu estado estacionário. Muitas vezes, porém, os ecossistemas têm a capacidade de recuperação de um agente perturbador. A diferença entre um colapso ou um suave rebote é determinada por dois fatores: a toxicidade do elemento introduzido e a resistência dos ecossistemas originais.

    As reacções destes acontecimentos provocam efeitos em materiais não-vivos e as respostas dos organismos às condições ao seu redor. Assim, um ecossistema é resultado a partir do somatório das respostas individuais dos organismos a estímulos a partir de elementos presentes no ambiente. A presença ou ausência de populações depende apenas do sucesso reprodutivo e dispersão e os níveis da população flutuam em resposta a esses eventos.

    Quando o número de espécies em um ecossistema é maior, o número de estímulos também é maior. Desde o início da vida os organismos têm sobrevivido a contínuas mudanças através da seleção natural para assegurar o êxito da alimentação. Através da seleção natural do planeta as espécies têm continuamente se adaptado à mudança através da variação na sua composição biológica e distribuição.

    Matematicamente, pode ser demonstrado que um número maior, de fatores diferentes interagindo tendem a amortecer as flutuações em cada um dos fatores individuais. Dada a grande diversidade entre os organismos da Terra, a maior parte dos ecossistemas só mudou muito gradualmente, quando algumas espécies desapareceram enquanto outros se moviam para outros locais, para ser substituído mais tarde através da dispersão de outras sub-populações.

    O comportamento territorial tende a manter a população em níveis em que o abastecimento alimentar não é um fator limitante. Assim, pode-se usar o comportamento territorial como um mecanismo regulador a nível da espécie, mas não no nível do ecossistema.

    Na ausência de um equilíbrio da natureza, a composição das espécies nos ecossistemas sofreriam mudanças que dependeriam da natureza dessas mudanças, mas um colapso ecológico seria provavelmente raro de acontecer. São realizadas abordagens para determinar os níveis de estresse nos ecossistemas e predizer reações para definir os tipos de alteração na sua configuração, tais como aumento ou redução de fluxo energético.

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    17 junho 2009

    O Amazonas a caminho do mar.

    A Amazônia maior tem uma série de grandes sistemas fluviais, no Peru e Equador, alguns dos quais correm para o Marañón e outros diretamente para o Amazonas propriamente dito. Entre outros, estes incluem os seguintes rios: Morona, Pastaza, Nucuray, Urituyacu, Chambira, Tigre, Nanay, Napo, Huallaga e Ucayali.

    Após a confluência do Rio Apurimac e Ucayali, o rio deixa o terreno Andina e passa a percorrer uma enorme área de planícies aluviais. As margens baixas são interrompidos apenas por algumas colinas e entra na grande Amazônia.

    Em alguns pontos o rio Amazonas divide-se em dois principais fluxos fluviais com canais laterais, todos ligados por um complexo sistema de canais naturais. A partir da aldeia da Canaria na grande curva do Amazonas e do Negro, a terra é muito baixa, abaixo do que é encontrada na foz do rio. Vastas áreas de terra nesta região estão submersas, de onde se ve apenas a parte superior das árvores onde os bosques sombrios aparecem.

    Próximo à foz do Rio Negro, quase defronte ao rio Madeira, os bancos da Amazônia são de baixa, até se aproximar de Manaus onde tornam-se lugares com colinas onduladas. A Amazônia menor parece ter sido um golfo do oceano Atlântico. Apenas cerca de 10% da água descarregada pela Amazônia entra no poderoso fluxo jusante de Óbidos, a partir do norte da encosta do vale.

    A área de drenagem da bacia do Amazonas acima da cidade é de cerca de 5 milhões de quilômetros quadrados e abaixo apenas cerca de 1 milhão de quilômetros quadrados ou cerca de 20%. O banco norte consiste de uma série de íngremes colinas cobertas, que percorre cerca de 240 quilómetros de frente a foz do Xingu, na região do Monte Alegre. Estas colinas são cortadas por uma espécie de terraço que situa-se entre elas e os rios. O Monte Alegre atinge uma altitude de várias centenas de metros. Na margem sul, acima do Xingu, uma quase ininterrupta linha de baixa planície de inundação abrange quase a Santarém.

    Mais de um terço de todas as espécies em todo o mundo vivem na Amazônia, a maior das florestas tropicais e das bacias hidrográficas com uma área que se estende por mais de 5,4 milhões de quilômetros quadrados e está entre as mais ricas florestas tropicais em todo mundo.

    O rio Amazonas tem mais de 3.000 espécies de peixes reconhecidas e esse número continua a crescer. Juntamente com o Orinoco, o rio é um dos principais habitats do Boto, também conhecido como o Golfinho da Amazonas. A maior espécie de golfinhos de rio, que pode crescer até 2,6 metros. O boto é o tema de uma lenda muito famosa no Brasil, cerca de um golfinho que se transforma em um humano.

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    07 junho 2009

    Os riscos de uma nova extinção em massa.

    Houve, pelo menos, cinco extinções em massa na história de vida na terra e quatro nos últimos 3,5 bilhões de anos em que muitas espécies desapareceram em um período relativamente curto de tempo geológico.

    O mais recente destes, o evento de extinção Cretáceo-Terciária 65 milhões de anos atrás, no final do período Cretáceo é mais conhecido por ter dizimado os dinossauros, entre muitas outras espécies.

    De acordo com um levantamento de 400 biólogos, em 1998, conduzido pelo Museu Americano de História Natural de Nova York , quase 70 por cento acreditam que elas ocorreram nas fases iniciais do desenvolvimento do homem, conhecido como o evento Holoceno de extinção.

    Nesse inquérito, a mesma percentagem concordou com a previsão de que até 20 por cento de todas as populações possam se tornar extintas dentro de 30 anos, até 2028. Se as atuais taxas de destruição humana da biosfera continuar, metade de todas as espécies de vida na Terra será extinta em 100 anos. A taxa de extinção das espécies no presente é mais signifcativa, estimado em 100 a 1000 vezes, que a média das taxas de extinção na escala do tempo do planeta Terra.

    Em 1800, quando a extinção foi descrito pela primeira vez, a idéia de extinção foi ameaçadora para aqueles que pregavam uma crença na Grande Cadeia do Ser, uma posição teológica que não permitia a "falta de ligações". A possibilidade de extinção não foi amplamente aceita antes de 1800.

    O consagrado naturalista Carl Linnaeus, poderia "dificilmente discutir" a ideia de que os seres humanos podem provocar a extinção de uma espécie. Quando partes do mundo não foram cuidadosamente examinadas e cartografadas, os cientistas não poderiam excluir que os animais encontrados apenas no registro fóssil, não foram simplesmente "escondidos" nas inexploradas regiões da Terra.

    As observações de Cuvier de ossos fósseis convenceu-o de que não são originários de animais existentes. Esta descoberta foi fundamental para a propagação do uniformitarianismo e levar ao primeiro livro para divulgar a idéia de evolução, embora Cuvier se opõe fortemente a evolução das teorias avançadas de Lamarck e outros.

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    15 abril 2009

    A crise mundial da água

    O déficit hídrico mundial que já está estimulando as importações de grãos pesados em um grande número de países pequenos, pode em breve fazer o mesmo em países maiores, como a China e a Índia. Os lençóis freáticos estão diminuindo em potencial nos países incluindo o Norte da China, os Estados Unidos e Índia, devido à generalização do uso de poderosos motores diesel e bombas elétricas.

    Na lista de outros países afetados incluem o Paquistão, Afeganistão, Irã e outros. Isto acabará por levar à escassez de água e de cortes na produção de grãos e colheita. Mesmo com o potencial de seus aqüíferos, a China está a desenvolver um déficte de grãos. Quando isso acontecer, irá quase certamente levar a elevação dos preços dos grãos para cima.

    A maioria dos 3 milhões de pessoas projetados para serem acrescentados a população mundial em meados do século serão nascidos em países que já enfrentando escassez da água. Após a China e a Índia, há um segundo grupo de pequenos países com grande déficit hídrico Afeganistão, Argélia, Egito, Irã, México e Paquistão. Quatro destes ja importam uma grande parte dos seus grãos. Apenas o Paquistão continua auto-suficiente. Mas com uma expansão da população de 4 milhões por ano, provavelmente em breve também irá voltar-se para o mercado mundial de grãos.

    A Terra tem um finito abastecimento de água doce, armazenada em aquíferos, águas de superfície e da atmosfera. Às vezes oceanos são confundidos com água disponível, mas a quantidade de energia necessária para converter água salina em água potável é impossível hoje, explicando por que apenas uma pequena fração do consumo mundial de abastecimento de água provém de dessalinização.

    Entre as principais demonstrações da crise da água estão:

    Acesso inadequado à água potável para cerca de 884 milhões de pessoas.

    Acesso inadequado à água e saneamento para eliminação de resíduos de 2,5 mil milhões de pessoas.

    Uso exessivo de produtos agricolas que impedem a diminuição da poluição dos recursos hídricos, prejudicando a biodiversidade.

    Conflitos regionais por recursos hídricos escassos, por vezes resultando em guerra.

    Doenças provocadas pela falta de tratamento de água sanitária doméstica são uma das principais causas de morte em todo o mundo.

    Para crianças com menos de cinco anos doenças fluviais são a principal causa de morte. Em um determinado momento, metade dos leitos hospitalares do mundo são ocupados por pacientes que sofrem de doenças aquática.

    Segundo o Banco Mundial, 88 por cento de todas as doenças são causadas por água potável insegura, saneamento inadequado e falta de higiene.

    Um relatório das Nações Unidas 2006 centra-se nas questões da governação como o cerne da crise da água, dizendo "Não há água suficiente para todos" e "insuficiência de água" é muitas vezes devido à má gestão, corrupção, falta de instituições apropriadas, inércia burocrática e uma escassez de investimento em ambas as capacidades humanas e infra-estrutura física.

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    22 março 2009

    A biodiversidade da Mata Atlântica

    Nas regiões onde ainda existe, a Mata Atlântica caracteriza-se pela vegetação exuberante, com acentuado higrofitismo. Entre as espécies mais comuns encontram-se algumas briófitas, cipós, e orquídeas.


    A fauna endêmica é formada principalmente por anfíbios, mamíferos e aves das mais diversas espécies. É uma das áreas mais sujeitas a precipitação no Brasil. As chuvas são orográficas, em função das elevações do planalto e das serras.

    A biodiversidade da Mata Atlântica é maior mesmo que a da Amazônia. A vida é mais intensa nas copas das árvores, que se tocam, formando uma camada contínua. Algumas podem chegar a 60 m de altura. Esta cobertura forma uma região de sombra que cria o microclima típico da mata, sempre úmido e sombreado. Desta forma, há uma estratificação da vegetação, criando diferentes habitats nos quais a diversificada fauna vive. Conforme a abordagem, encontram-se de seis a onze estratos na Mata Atlântica, em camadas sobrepostas.

    Da flora, 55% das espécies arbóreas e 40% das não-arbóreas são endêmicas, ocorrem apenas na Mata Atlântica. Das bromélias, 70% são endêmicas dessa formação vegetal 64% são palmeiras . Estima-se que 8 mil espécies vegetais sejam endêmicas da Mata Atlântica.

    Observa-se também que 39% dos mamíferos dessa floresta são endêmicos, inclusive mais de 15% dos primatas, como o mico-leão-dourado. Das aves 160 espécies, e dos anfíbios 183, são endêmicas da Mata Atlântica.

    A Mata Atlântica é composta por uma série de ecossistemas cujos processos ecológicos se interligam, acompanhando as características climáticas das regiões onde ocorrem e tendo como elemento comum a exposição aos ventos úmidos que sopram do oceano. Isso abre caminho para o trânsito de animais, o fluxo gênico das espécies e as áreas de tensão ecológica, onde os ecossistemas se encontram e se transformam.

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    17 março 2009

    Biólogo mineiro batiza abelha 'atleticana' na Mata Atlântica

    Eulaema atleticana: Atlético-MG dá nome a abelha
    André Nemésio é torcedor do Atlético-MG e fez homenagem ao time. Uma rara espécie de abelha, que vive na Mata Atlântica brasileira, foi descoberta pelo biólogo e fanático torcedor do galo, pós-doutorando na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

    Trata-se de um inseto negro, com o abdome listrado em amarelo claro e recebe o nome de Eulaema atleticana, em homenagem ao clube mineiro. Pelas regras científicas, que são internacionais, o nome passa a valer quando publicado em revista especializada. Segundo o biólogo, o periódico Zootaxa, da Nova Zelândia, deve registrar a nova espécie em sua edição nesta terça-feira 17/03/09.

    A publicação de matéria na revista Zootaxa, sobre o biólogo atleticano, especialista em abelhas da subtribo Euglossina, que identificou sete novas espécies de abelha da mata atlântica, denominando uma delas como Eulaema atleticana, ganhou repercussão em diversos outros veículos de comunicação de todo o mundo.

    Na descrição oficial da abelha, o autor explica aos cientistas de todo o mundo a origem do batismo. Ele foi entrevistado pela equipe da revista, uma das publicações mais conceituadas no tema taxonomia - ciência que descreve espécies. "O padrão de listras pretas e douradas do corpo da abelha lembra o padrão de listras da camisa do Galo. Daí o nome mineiro - apesar de a espécie ter sido descoberta na Bahia".

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    21 fevereiro 2009

    Tecnologia usada para evitar colisão de avões com pássaros em voo.

    Cientistas estudam maneiras de se evitar choques de aviões com pássaros em voo.

    Para proteger futuros vôos, os cientistas estão trabalhando com afinco em maneiras de manter os pássaros afastados dos aviões. A maioria dos esforços atuais para evitar colisões com pássaros ocorrem no solo, e se concentram em tornar os aeroportos menos convidativos para os pássaros por meio da remoção de espelhos de água, exterminar os insetos que eles comem, disparar armas de ruído, instalar corujas artificiais e assim por diante.

    Mas a próxima fronteira na prevenção de colisões com pássaros é o céu. Radares que perturbam os pássaros, luzes pulsantes e revestimentos reflexivos podem no futuro tornar os aviões mais visíveis para os pássaros, permitindo que se desviem, de acordo com Bradley Blackwell, biólogo especialista em fauna e em colisões com pássaros no Centro Nacional de Pesquisa da Fauna do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, em Sandusky, Ohio.

    "Temos de operar no reino suas percepções sensórias e tentar explorar esse fator", disse Blackwell.
    Radar dolorosoO mais exótico conceito é usar radar para alertar aos pássaros sobre a aproximação de aviões.


    Indícios circunstanciais sugerem que pássaros postados em uma pista de pouso se dispersam subitamente quando o radar meteorológico de um avião é acionado, o que leva alguns cientistas a considerar o uso de radar para repelir pássaros em modo ativo.

    Em testes conduzidos uma década atrás em uma base aérea no Ohio, pássaros foram espantados mais cedo pela passagem de um caminhão com o radar ativo do que por um caminhão com radar desligado, diz Genova. Embora suas pesquisas sugerissem que a radiação espanta os pássaros, ele não conseguiu convencer o setor de aviação a respeito.

    Blackwell diz que os resultados de Genova, somados a provas circunstanciais posteriores, tornam a idéia "digna de mais estudos", ainda que aparentemente ninguém os esteja realizando.
    Piscando luzes direcionadas a pássarosLuzes disparadas de aviões na decolagem melhoram as chances de evitar colisões com pássaros.


    Pintura preventiva?Revestimento especial ou a incorporação de materiais especiais ao nariz e ao bordo de ataque das asas pode ter efeito semelhante, segundo Blackwell. O sistema produziria luzes em uma série de comprimentos de onda invisíveis à maioria dos seres humanos mas aparentemente irritantes para os pássaros.

    "Estamos falando sobre animais capazes de enxergar coisas que os seres humanos não são capazes de nem mesmo imaginar", disse Blackwell.

    "Os pássaros evoluíram em uma atmosfera e ambiente nos quais as coisas acontecem lentamente", diz Merritt. "Um jato ocasional voando a 800 km/h é uma grande anomalia... eles não têm como se ajustar a isso".

    Novos métodos de ajudar pássaros a sair do caminho podem ser mais necessários do que nunca. À medida que as populações de pássaros continuam a recuperar a profunda queda sofrida nos anos 60 e 70, e que o número de viagens aéreas continua a crescer, o número de colisões com pássaros em vôo pode aumentar significativamente, disse Dolbeer.
    "Teremos mais pássaros no céu, e teremos mais aviões no céu", ele disse. "Por isso, precisamos trabalhar para evitar colisões".

    Fonte: Terra

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    20 fevereiro 2009

    Desmatamento da Amazônia já provocou extinção de 26 espécies

    O desmatamento da Amazônia provocou a extinção de 26 espécies de animais e plantas até 2006, segundo um relatório divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). No mesmo período, outras 644 espécies entraram na lista de animais e plantas ameaçados de extinção. Das 26 espécies extintas, dez estão na parte brasileira da floresta amazônica. Entre as espécies ameaçadas estão o macaco-aranha (Ateles belzebuth) e o urso-de-óculos (Tremarctos ornatus).

    O desmatamento da Amazônia continua acontecendo em ritmo acelerado. Em todos os tempos, a Floresta Amazônica sofreu desmatamento equivalente a 94% do território total da Venezuela, dado que havia sido antecipado no mês passado pelo jornal francês "Le Monde" e noticiado pela BBC Brasil. O relatório do Pnuma afirma que em cinco anos a Amazônia perdeu 17% da sua vegetação total nos nove países que possuem trechos da floresta tropical. A área total desmatada no período foi de 857.666 quilômetros quadrados.

    Segundo o relatório, fatores internos e externos em cada um dos países estão provocando o desmatamento. Entre os fatores internos está o crescimento da urbanização da região e a exploração de recursos naturais. O Pnuma destaca qu,e em quatro dos países da região, mais de 50% da população amazônica é urbana.

    Externamente, o aquecimento global continua afetando o ciclo de chuvas e afetando o equilíbrio do ecossistema. O relatório cita previsões feitas em outros estudos de que 60% da Amazônia pode se transformar em savana ainda neste século, devido ao aumento da temperatura média global - uma afirmação questionada por um novo estudo publicado na Grã-Bretanha na semana passada.

    "O Brasil é o país que mais mostrou progresso nesta área. Por outro lado, o processo contínuo de descentralização, com diferentes níveis de progresso, visa a melhorar a governança ambiental por governos regionais e locais."

    Fonte: G1

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