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  • 16 outubro 2021

    O cerrado brasileiro

     Um dos ecossistemas mais ameaçados do Brasil

    O segundo maior ecossistema do país

    O cerrado, um tipo de bioma conhecido como savana, é considerado a savana com maior biodiversidade do mundo.  Encontra se ali mais de 11.500 especies de plantas nativas sendo mais de 4000 endêmicas da região. 

    Com essa grande diversidade vegetal podemos encontrar entre os grandes campos de vegetação rasteira grandes formações de florestas densas com árvores que podem chegar a mais de 20 metros de altura. No nascem os rios que formam as maiores bacias hidrográficas do pais. além dos três maiores aquíferos: Guarani, Bambuí e Urucuia. 

    O clima no cerrado tem duas estações bem definidas: a chuvosa que se estende normalmente de outubro a abril e a estação seca de maio a setembro. É na estação seca que ocorrem as queimadas  que favorecidas pelo tipo de vegetação da região alcança  níveis alarmantes provocando perdas irreparáveis para natureza do bioma.

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    29 novembro 2017

    Semelhanças e diferenças entre Brasil e Russia

    Flag Rússia
    O nosso foco não é o futebol mas porque não conhecer um pouco sobre a Rússia, o país da Copa do Mundo 2018, além do que veremos em campo. A Rússia é um dos países mais diverso do planeta com grandes semelhanças e também diferenças com nosso Brasil.

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    30 julho 2017

    As grandes organizações animais A colmeia

    O planeta do bem começa uma nova serie de postagens especias falando das grandes organizações animais na natureza, o exemplo da perfeição num sistema onde cada individuo respeita seu lugar e o trabalho que lhe cabe. A natureza não é mesmo incrível?
    e nosso primeiro tema será a impressionante e fascinante vida numa colmeia.

    A colmeia


    Uma colmeia já formada e estabelecida de porte médio tem aproximadamente 60 mil abelhas que são divididas em 3 grupos: rainha, zangão e operarias.

    Qual a responsabilidade de cada individuo

    A rainha é a maior abelha da colmeia mantém a liderança e é respeitada por todos os indivíduos. É a única fêmea fértil e coloca aproximadamente 2500 ovos por dia. A rainha libera uma substancia chamada feromônio que impõe sua presença na colmeia e inibe a criação de novas rainhas. Uma abelha rainha pode viver até 25 anos.

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    04 abril 2011

    Luta contra a extinção dos animais

    No mundo em que vivemos atormentados pela resposta da natureza às próprias atitudes do homem ainda há esperança de que a concientização de que esse planeta é nossa e nós temos que cuidar dele prevalesça.

    É inegável que atualmente mais e mais pessoas lutam pela presercvação da natureza do nosso mundo. Assim devemos nos unir e praticar boas ações e qunto mais for possivel trazer outras pessoas para participarem conosco.

    O video abaixo e muito legal pois foi produzido para mostrar que o que foi perdido nós perdemos mas o que ainda pode ser salvo só depende de nós para sobreviver. Parabéns...

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    04 janeiro 2011

    As maiores florestas do mundo

    As florestas tropicais húmidas formam os biomas mais ricos em espécies, e as das Américas são consistentemente mais ricas do que a florestas húmidas da África e Ásia. Como a maior extensão de floresta tropical das Américas, a Amazônia têm inigualável biodiversidade seguida pelas florestas tropicais africanas e pelas florestas tropicais do sudeste asiatico.

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    28 setembro 2010

    As três fronteiras do Araguaia

    

    Arara Vermelha
    Ara chloropterus
     Estamos tendo a oportunidade, através da televisão, mais precisamente na nova novela das seis de conhecer um dos lugares mais ricos em biodiversidade no Brasil, a região da bacia do Araguaia. A riqueza natural dessa região é tão grande que ela possui caracteristicas de três dos maiores biomas do Brasil e do mundo: o Cerrado (a maior e mais rica savana da Terra), o Pantanal (umas das maiores planícies alagadas do Planeta) e da Amazônia ( a maior floresta tropical do mundo).

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    14 junho 2010

    Brasil e África do Sul igualdade e diferenças

    Brasil e África do Sul tem muitas diferenças mas são grandes as semelhanças principalmente em se tratando de natureza. Os dois países tiveram suas terras colonizadas pelos europeus e sofreram com grande devastação das florestas em busca de riquezas.

    Veja como a semelhança na natureza histórica dessas duas grandes nações.

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    11 junho 2010

    Brasil o campeão da biodiversidade


    O Brasil ocupa o topo da lista dos países megadiversos, é o lugar do mundo onde se encontra a mais rica flora e fauna. É o sengundo país do mundo em espécies endêmicas. Tem o maior número de espécies conhecidas de mamíferos peixes de água doce e de plantas, o segundo de anfíbios, o terceiro de aves e o quinto de répteis.

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    03 junho 2010

    Perda da biodiversidade no Golfo do México

    O maior desastre ecológico sofrido pelo planeta

    Imagens de aves sem vida em preto liso e tartarugas marinhas agonizando começam a inundar os meios de comunicação, tornando evidente o quão catastrófico é o derramamento de petróleo no Golfo do México. Ninguém pode prever durante quanto tempo ainda vai e o quanto devastador será mas já se sabe que é o maior desastre ambiental da história dos Estados Unidos.

    Os frágeis ecossistemas do Golfo do México correm grande risco. O golfo é uma área incrivelmente vital para um número incontável de espécies que vêm se refugiar nesta região específica para caça, nidificação, desova, alimentação e descanso durante a migração. O pico da migração está entre os meses de abril e Maio. Realmente não poderia ter um pior momento para tamanha tragédia.

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    06 maio 2010

    Lista dos países megadiversos

    O países megadiversos formam um grupo de países que abrigam a maioria das espécies da Terra e são considerados extremamente biodiversificado.

    A lista e composta por  17 países, a maioria localizado nos trópicos. Brasil, Indonésia, África do Sul, México, Colômbia. Brasil e Austrália são os primeiros colocados.

    Em ordem alfabética, os 17 países são:

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    02 maio 2010

    Fauna e Flora da África do Sul

    A África do Sul ocupa a sexta posição na lista dos dezessete países megadiversos do mundo, com mais de 20 mil plantas diferentes, ou cerca de 10% de todas as espécies de plantas conhecidas na Terra, tornando-se particularmente rica em biodiversidade vegetal. O bioma predominante na África do Sul é a pastagem, onde a cobertura vegetal é dominada por diferentes gramíneas, arbustos baixos e acácias.

    Inúmeros mamíferos são encontrados nas terras sul africanas, incluindo: leões, leopardos, rinoceronte, gnu, antilopes, impalas, hienas, hipopótamo e girafas. A África do Sul abriga muitas espécies endêmicas, entre elas muitas estão em perigo crítico de extinção.

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    04 abril 2010

    O vale do rio Nilo

    O Rio Nilo corta o nordeste do continente africano, a sua bacia hidrográfica ocupa uma área de 3 349 000 km² abrangendo o Uganda, Tanzânia, Ruanda, Quénia, República Democrática do Congo, Burundi, Sudão, Etiópia e Egito. A partir da sua fonte mais remota, no Burundi, o Nilo tem um comprimento de 6 627,15 km.

    Ele é formado pela confluência de três outros rios, o Nilo Branco Bahr-el-Abiad, o Nilo Azul Bahr-el-Azrak e o rio Atbara. O Nilo Azul  nasce no Lago Tana na Etiópia, confluindo com o Nilo Branco em Cartum, capital do Sudão.

    Muitos geógrafos deixaram de o considerar como o maior rio do mundo, perdendo o posto para o rio Amazonas que tem cerca de 6.992,06 km de extensão.

    O Delta do Nilo com 160 km de comprimento e 250 km de largura bifurca-se em dois canais que levam as suas águas para o Mediterrâneo: a oeste, o canal de Roseta, e, a leste, o de Damieta.

    A seção norte do rio flui quase inteiramente através do deserto, do Sudão e do Egito, Um país cuja civilização dependeu do rio desde os tempos antigos. A maioria da população e das cidades do Egito ficam ao longo do vale do Nilo.

    O bacia de drenagem do Nilo abrange 3.254.555 quilômetros quadrados, cerca de 10% da área da África.

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    02 abril 2010

    Conhecendo o Serengueti

    O Serengueti é uma região situada no Noroeste da Tanzânia que se estende até o suldoeste do Quênia com aproximadamente 30,000 km2. No Serengueti ocorre a maior e mais longa migração terrestre do mundo, um acontecimento semi-anual. Esta migração é uma das dez maravilhas naturais do mundo.

    A região contém várias parques nacionais e reservas de proteção contra caça. A origem do nome Serengueti é da linguagem Maasai, especificamente, "Serengit" que significa "Planície sem fim". A fauna nas planícies do Serengueti é estimada em dois milhões de herbívoros e predadores.


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    13 fevereiro 2010

    A riqueza de biodiversidade brasileira

    Há um consenso geral de que o Brasil é o páis que tem o maior número de vertebrados e invertebrados terrestres do mundo. Esta alta diversidade de fauna pode ser explicado em parte pelo tamanho do Brasil e pela grande variação de ecossistemas como Amazônia, Mata Atlântica e Cerrado.


    Os números publicados no Brasil sobre a diversidade de sua fauna variam de fonte para fonte, porque os taxonomistas, às vezes, discordam sobre a classificação das espécies as informações podem ficar incompletas. Além disso, novas espécies continuam a serem descobertos e algumas espécies estão extintas na natureza.

    O Brasil tem a maior diversidade de primatas 77 espécies e de peixes de água doce mais de 3000 espécies no mundo. Cogita-se ainda ter o maior número dos mamíferos com 524 espécies, o segundo maior número de anfíbios com 517 espécies e borboletas com 3.150 espécies, o terceiro maior número de aves com 1.622 espécies e a quinta maior população de répteis com 468 espécies.

    Existe um elevado número de espécies ameaçadas, muitas das quais vivem em habitats ameaçados, como a Mata Atlântica e a Amazônia. Os cientistas descreveram entre 96.660 e 128.843 espécies de invertebrados no Brasil. De acordo com uma estimativa de 2005 por Thomas M. Lewinsohn e Paulo I. Prado, o Brasil abriga cerca de 9,5% de todas as espécies e 13,1% dos biotas encontrados no mundo. Com uma espécie de ecossistema rico para fauna e flora, o Brasil abriga milhares de espécies, com muitas, se não a maioria delas, ainda por descobrir.

    Devido ao aumento econômico e demográfico do país no século passado, a capacidade para proteger os seus habitats está cada vez mais ameaçado.

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    12 fevereiro 2010

    O planeta ameaçado de extinção

    A destruição da biodiversidade do Planeta

    Durante as últimas décadas estamos vendo a destruição da Biodiversidade do Planeta. A maioria dos biólogos acreditam que uma extinção em massa está a caminho. Apesar de divididos a respeito dos números, muitos cientistas acreditam que a taxa de perda de espécies é maior agora do que em qualquer outra época da história da Terra.

    Alguns estudos mostram que cerca de 12,5% das espécies de plantas conhecidas estão sob ameaça de extinção. Todo ano, entre 17.000 e 100.000 espécies são perdidas no nosso planeta. Alguns dizem que cerca de 20% de todas as espécies viventes poderiam desaparecer em 30 anos. Quase todos dizem que as perdas são devido às atividades humanas, em particular a destruição dos hábitats das plantas e animais.

    Outro grupo de cientistas argumentam que não há dados suficientes para apoiar a visão de extinção em massa, e dizem que extrapolações abusivas são as responsáveis pela destruição global de florestas tropicais, recifes de corais,e outros hábitats ricos.

    A domesticação de animais e plantas em larga escala é um fator histórico de degradação da biodiversidade, gerando a seleção artificial de espécies, onde alguns seres vivos são selecionados e protegidos pelo homem em detrimento de outros.

    A conservação da diversidade biológica tornou-se uma preocupação global. Apesar de não haver consenso quanto ao tamanho e o significado da extinção atual, muitos consideram a Biodiversidade essencial.

    Há basicamente dois tipos principais de opções de conservação, conservação em-sítio e conservação extra-sitio. A primeira é vista como uma estratégia de conservação elementar. Entretanto, sua implementação, às vezes, é impossível, por exemplo, a destruição de hábitats de espécies raras ou ameaçadas de extinção às vezes requer um esforço de conservação extra-sitio. Além disso, a conservação extra-sitio pode ser uma solução reserva para projetos de conservação em-sitio. Alguns acham que ambos os tipos de conservação são necessários para assegurar uma preservação.

    Um exemplo de esforço de conservação in-sitio é a construção de áreas de proteção. Um exemplo de um esforço de conservação extra-sitio, ao contrário, seria a plantação de germnoplasma em bancos de sementes. Tais esforços permitem a preservação de grandes populações de plantas com o mínimo de erosão genética.

    A ameaça da diversidade biológica estava entre os tópicos mais importantes discutidos na Conferência Mundial da ONU para o desenvolvimento sustentável.

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    11 fevereiro 2010

    Lista de animais ameaçados de extinção no Brasil.

    Algumas espécies da fauna brasileira que correm risco de desaparecer da natureza.

    Peixe-boi
    Trichechus inunguis -> Embora os peixes-boi possuam poucos predadores naturais, todas as três espécies de peixe-boi estão listadas pela World Conservation Union como vulnerável à extinção.

    Arara-azul-grande Anodorhynchus hyacinthinus -> Essa ave está atualmente ameaçada de extinção, sendo as principais causas a caça, o comércio clandestino, no qual as aves são capturadas enquanto filhotes, ainda no ninho e a degradação em seu habitat natural através da destruição atrópica. Sua distribuição geográfica no Brasil é nos estados de: Amazonas, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará e Tocantins.

    Macaco-prego-galego Cebus flavius -> Esta espécie foi redescoberta em 2006 por investigadores do Centro de Proteção de Primatas Brasileiros e da Universidade Federal da Paraíba. Atualmente existem 8 populações com cerca de 200 a 300 indivíduos. Pode ser visto no Parque Ecológico Chico Mendes e em vários zoológicos, como o de São Paulo.

    Muriqui Brachyteles arachnoides -> Considerado o maior entre os primatas do continente americano, encontrado originariamente na Mata Atlântica brasileira, consta da Lista Vermelha da UICN na categoria Em perigo crítico. É um dos primatas mais ameaçados do mundo.

    Cardeal-da-amazônia Paroaria gularis -> É considerada uma ave ameaçada porém em situação aindapouco preocupante.

    Maracanã Diopsittaca nobilis -> É a menor de todas as araras. Estas aves variam de 30 a 35 centímetros de comprimento. São freqüentemente criadas em cativeiro. Elas não são consideradas uma espécie em extinção, mas as populações selvagens declinaram muito devido à perda de habitat. Como a maioria dos papagaios, são listadas no Apêndice II da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas.

    jacaré-de-papo-amarelo
    Caiman latirostris -> A espécie é ameaçadas devido à caça ilegal e perda de habitat.

    Peixe Serra -> Todas as espécies de peixes-serra são consideradas criticamente em perigo. A captura acidental em redes de pesca, também são caçados por causa de suas barbatanas que são consumidos como uma iguaria e seu óleo de fígado para uso como medicamento tornam a espécie ameaçada.

    Perereca de folhagem Phyllomedusa ayeaye -> é uma espécie endêmica do Brasil. Seu habitat natural são: regiões subtropicais ou tropicais húmidas, rios, Água doce e pântanos. Está ameaçada pela perda de habitat.

    Gavião de pescoço branco Leptodon forbesi -> A espécie corre risco iminente de extinção devido ao desmatamento maciço de seu habitat, a região costeira de Pernambuco e Alagoas. A população atual é estimada em 50 exemplares.

    Mico-leão-de-cara-dourada Leontopithecus chrysomelas -> As quatro espécies de mico-leão têm sido amplamente estudadas e geridas, o que combina a investigação sobre a ecologia, reprodução em cativeiro, reintrodução e restauração de habitat e proteção e educação ambiental ainda assim todas estão em perigo. O Mico Leão da Cara Dourada está criticamente ameaçado de extinção.

    ”SaibaSaiba mais sobre Ameaça de Extinção

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    10 fevereiro 2010

    Alterações climáticas e perda da biodiversidade na Amazônia

    Ambientalistas estão preocupados com a perda da biodiversidade, o que poderá resultar na destruição da floresta e também com o lançamento do carbono contido na vegetação o que poderia acelerar o aquecimento global.


    A Amazônia representa cerca de 10% da produtividade e 10% da absorção de carbono primário em ecossistemas. As Florestas amazônicas tem acumulado aproximadamente 0,62 toneladas de carbono por hectare por ano entre 1975 e 1996.


    Um modelo de computador que estuda o futuro das alterações climáticas causadas por gases de efeito estufa mostra que as emissões da floresta amazônica pode se tornar insustentável se as condições de chuva forem severamente reduzidas e o consequente aumento da temperatura, levando a uma perda quase total da cobertura da floresta tropical na bacia até 2100.


    No entanto, as simulações das mudanças climáticas na bacia amazônica através de muitos modelos diferentes não são coerentes nas suas estimativas. Os resultados indicam que a floresta pode ser ameaçada nesse século pela mudança climática além da ameaça pelo desmatamento.


    De 2002 a 2006, a área conservada na Amazônia quase triplicou e as taxas de desmatamento caíram até 60%. Cerca de 1.000.000 quilômetros quadrados ou 250.000.000 hectares foram conservação, o que perfaz um montante atual de 1.730.000 quilômetros quadrados ou 430.000.000 hectares.


    Em 1989, ambientalista afirmaram que um hectare na Amazônia Peruana tem um valor de 6820 dólares, se a floresta for intacta e for mantida de forma sustentável para os frutos, látex e madeira e $ 1000 se for para corte raso de madeira comercial que não é colhida de forma sustentável, ou 148 dólares, se utilizadas como pastagens.


    As terras indígenas continuam a serem destruídas pelo desmatamento e ecocídio como na Amazônia Peruana onde comunidades continuam a desaparecer. Enquanto isso, a relação entre primatas e humanos ganhou uma maior atenção baseada em esforços para conservação.


    O uso de dados de sensoriamento remoto tem melhorado constantimente o conhecimento conservacionista da bacia amazônica. Reduziu os custos de sistemas e análise de cobertura do solo é provável que a tecnologia de sensoriamento remoto se tornará parte integrante da avaliação da extensão e dos danos do desmatamento na bacia. Além disso, o sensoriamento remoto é o melhor e talvez a única forma possível de estudar a Amazônia em grande escala.


    O uso do sensoriamento remoto para a conservação da Amazônia também está sendo usado pelas tribos indígenas da bacia para proteger suas terras tribais dos interesses comerciais. Usando o computador de mão dispositivos GPS e programas como Google Earth, os membros das tribos, que vivem nas florestas tropicais do sul do Suriname, Mapeam suas terras para ajudar a fortalecer suas reivindicações territoriais.


    Atualmente, a maioria das tribos na Amazônia não tem limites claramente definidos, que fazem seus territórios alvos fáceis para a caça comercial de recursos naturais. Através da utilização de tecnologia de mapeamento barato, as tribos tem esperança de proteger as terras de seus ancestrais.


    Mapear com precisão a biomassa da Amazônia e as subsequentes emissões de carbono relacionadas com a classificação dos estágios de crescimento das árvores dentro de diferentes partes da floresta é crucial. Em 2006 Tatiana Kuplich organizou as árvores da Amazônia em quatro categorias: 1 floresta madura, 2 de floresta em regeneração menos de três anos, 3 florestas em regeneração entre três e cinco anos de rebrota, e 4 floresta em regeneração de onze a dezoito anos de desenvolvimento contínuo.


    O pesquisador usou uma combinação de Radar de cobertura sintética (SAR) e Mappeamento Temático (TM) para colocar com precisão as diferentes partes da Amazônia em uma das quatro classificações.


    ”SaibaSaiba mais sobre a Amazônia

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    09 fevereiro 2010

    A biodiversidade da Amazônia

    A ONU declarou 2010 o Ano Internacional da Biodiversidade e não há nenhum lugar no mundo com uma biodiversidade maior que a Amazônia.


    As florestas húmidas tropicais são as mais ricas em espécies e biomas e as florestas tropicais das Américas são consistentemente mais ricas do que as florestas úmidas da África e da Ásia. A Amazônia é a maior extensão de floresta tropical das Américas e portanto do mundo. Nela está presente o maior número de plantas e animais do planeta. Uma em cada dez espécies conhecidas no mundo vivem na Amazônia.


    A região abriga cerca de 2,5 milhões de espécies de insetos, dezenas de milhares de plantas e cerca de 2.000 aves e mamíferos. Até à data, pelo menos 40.000 espécies de plantas, 3.000 peixes, 1.294 pássaros, 427 mamíferos, 428 de anfíbios e 378 répteis foram cientificamente classificados na região. Uma em cada cinco de todas as aves do mundo vivem nas florestas tropicais da Amazônia. Os cientistas descreveram entre 96.660 e 128.843 espécies de invertebrados, só no Brasil.


    A diversidade de espécies vegetais é a mais alta na Terra, com alguns especialistas estimando que um quilômetro quadrado pode conter mais de 75.000 tipos de árvores e 150.000 espécies de plantas superiores. Um quilômetro quadrado da floresta amazônica pode conter cerca de 90.790 toneladas de plantas vivas. Até à data, cerca de 438.000 espécies de plantas de interesse econômico e social foram registradas na região, com muitas ainda a serem descobertas ou catalogadas.


    A superfície verde da floresta varia cerca de 25% como resultado de mudanças sazonais. Estas alterações constituem no balanço de carbono entre a fotossíntese e a respiração.


    A floresta contém várias espécies que podem representar algum perigo. Entre os maiores predadores estão as criaturas o Jaguar e a Anaconda. No rio, enguias elétricas podem produzir um choque elétrico que deixa a vítima atordoada ou pode até matar, enquanto as piranhas são conhecidos por morder e ferir. Varias espéciesde sapos liberam toxinas atraves da sua pele. Há também numerosos parasitas e vetores de doenças como Malária, febre amarela e Dengue. Os morcegos vampiros que habitam a floresta podem espalhar o virus da raiva.


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    20 janeiro 2010

    Conservação da Biodiversidade.

    A Biologia da conservação é o estudo científico da natureza e das condições da biodiversidade na Terra com o objetivo de proteger espécies, seu habitat e ecossistemas das ameaças excessivas de extinção.

    O termo biologia da conservação foi introduzido como o título de uma conferência realizada na Universidade da Califórnia em La Jolla, Califórnia, em 1978, organizadaan pelos biólogos Bruce Wilcox e Michael Soulé. A reunião foi motivada pela preocupação dos cientistas com o desmatamento tropical, o desaparecimento de espécies, a erosão da diversidade genética dentro da espécie.

    A Biologia da conservação está estreitamente ligada a ecologia, em pesquisar a dispersão, migração, demografia, tamanho efetivo da população, de pressão endogâmica e viabilidade da população mínima de espécies raras ou ameaçadas. Está preocupada com os fenômenos que afetam a manutenção, perda e restauração da biodiversidade e da ciência que sustenta os processos evolutivos: genética, população e a diversidade do ecossistema.

    A preocupação decorre das estimativas que sugerem que até 50% de todas as espécies do planeta vão desaparecer nos próximos 50 anos o que contribue para a pobreza, a fome, e irá refazer o curso da evolução neste planeta.

    Os biólogos e procuram educar sobre as tendências e processo de perda de biodiversidade, espécies extintas e o quanto isso afeta a nossa capacidade de sustentar o bem-estar da sociedade humana. Os biólogos da conservação trabalham no campo e escritório, no governo, universidades, organizações não lucrativas e na indústria.

    Hoje é aceito a teoria de que houve cinco grandes extinções em massa global registradas na história da Terra. Nos últimos 10.000 anos a influência humana sobre os ecossistemas da Terra tem sido tão intenso que os cientistas têm dificuldade em estimar o número de espécies perdidas, isto é, as taxas de desmatamento, destruição de recifes, drenagem de zonas húmidas e outros atos humanos estão a avançar muito mais rapidamente do que a avaliação da espécie humana. Os mais recentes estudos estimam que tenham excedido a bio-capacidade de regeneração do planeta, exigindo 1,5 Terras para suportar as demandas sobre os recursos naturais.

    Os biólogos da conservação estão tratando de publicar provas de todos os cantos do planeta, indicando que a humanidade está a viver o sexto e maior evento de extinção. Estamos vivendo uma era de um número sem precedentes de extinção de espécies.A taxa de extinção global é cerca de 100.000 vezes maior que a taxa de extinção de fundo natura.

    Estima-se que dois terços de todos os mamífero e metade de todas as espécies de mamíferos que pesam no mínimo 44 kg foram extintas nos últimos 50.000 anos. Este período de sexta extinção é único porque é a primeira grande extinção a ser causado por outro agente biótico ao longo da história da Terra.

    A população de anfíbios está em declínio em uma escala global mais rápida do que qualquer outro grupo vertebrado, com mais de 32% de todas as espécies sobreviventes sendo ameaçada de extinção. As populações sobreviventes estão em declínio constante e 43% dos animais estão ameaçados.

    Desde meados da década de 1980 as taxas reais de extinção tem ultrapassado as taxas de 211 vezes medida a partir do registro fóssil. No entanto, "A atual taxa de extinção de anfíbios pode variar entre 25.039 a 45.474 vezes a taxa de extinção de fundo para os anfíbios".

    A tendência global de extinção ocorre em todos os grandes grupos vertebrados que estão sendo monitorados. Por exemplo, 23% de todos os mamíferos e 12% de todas as aves estão na lista vermelha criada pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), o que significa que elas também estão ameaçadas de extinção.

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    02 janeiro 2010

    2010 Ano Internacional da Biodiversidade

    Em 20 de dezembro de 2006, a Assembléia Geral das Nações Unidas declarou 2010 como o Ano Internacional da Biodiversidade.

    O tema da campanha é “A biodiversidade é a vida. A biodiversidade é a nossa vida.

    De acordo com um comunicado da ONU, a campanha pretende “celebrar a diversidade da vida na Terra e contrariar a perda da biodiversidade no mundo”.

    O Ano Internacional da Diversidade Biológica será inaugurado com eventos no Brasil e na Alemanha. Em Janeiro, a Unesco lançará uma exposição internacional, em Paris.

    [Biodiversidade ou diversidade biológica é a diversidade da natureza viva. Desde 1986, o termo e conceito têm adquirido largo uso entre biológos, ambientalistas, líderes políticos e cidadãos informados no mundo todo. Este uso coincidiu com o aumento da preocupação com a extinção, observado nas últimas décadas do Século XX.

    Pode ser definida como a variedade e a variabilidade existente entre os organismos vivos e as complexidades ecológicas nas quais elas ocorrem. Ela pode ser entendida como uma associação de vários componentes hierárquicos: ecossistema, comunidade, espécies, populações e genes em uma área definida. A biodiversidade varia com as diferentes regiões ecológicas, sendo maior nas regiões tropicais do que nos climas temperados.]Wikipedia

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