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  • 11 abril 2009

    A história do Ovo, o ovo de Páscoa

    O ovo é um símbolo que praticamente explica-se por si mesmo. Ele contém o germe, o fruto da vida, que representa o nascimento, o renascimento, a renovação e a criação cíclica. De um modo simples, podemos dizer que é o símbolo da vida.Os ovos tornaram-se símbolo oficial da Páscoa no século XVIII.

    Os celtas, gregos, egípcios, fenícios, chineses e muitas outras civilizações acreditavam que o mundo havia nascido de um ovo. Na maioria das tradições, este "ovo cósmico" aparece depois de um período de caos.

    Na Índia, por exemplo, acredita-se que uma gansa de nome Hamsa (um espírito considerado o "Sopro divino"), chocou o ovo cósmico na superfície de águas primordiais e, daí, dividido em duas partes, o ovo deu origem ao céu e a terra - simbolicamente é possível ver o céu como a parte leve do ovo, a clara, e a terra como outra mais densa, a gema.

    O mito do ovo cósmico aparece também nas tradições chinesas. Antes do surgimento do mundo, quando tudo ainda era caos, um ovo semelhante ao de galinha se abriu e, de seus elementos pesados, surgiu a terra (Yin) e, de sua parte leve e pura, nasceu o céu (Yan).

    Para os celtas, o ovo cósmico é assimilado a um ovo de serpente. Para eles, o ovo contém a representação do universo: a gema representa o globo terrestre, a clara o firmamento e a atmosfera, a casca equivale à esfera celeste e aos astros.

    Na tradição cristã, o ovo aparece como uma renovação periódica da natureza. Trata-se do mito da criação cíclica. Em muitos países europeus, ainda hoje há a crença de que comer ovos no Domingo de Páscoa traz saúde e sorte durante todo o resto do ano. E mais: um ovo posto na sexta-feira santa afasta as doenças.

    Fonte Terra

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    Chocolate vicia?

    A Rainha Gulosa
    O casamento, em 25 de outubro de 1615, do rei Luís XIII, da França, com a infanta da Espanha, Ana da Áustria, sela a conquista do chocolate na França. A pequena rainha, de apenas 14 anos, adorava chocolate e trouxera da Espanha tudo o que era necessário à sua preparação.
    E os cortesãos, para ganhar a sua simpatia, adotaram a sua bebida preferida. Ela passou a fazer parte da corte. Tanto é verdade que um dos convites mais requisitados em Paris era "para o chocolate de Sua Alteza Real".
    Já em 1657, surge em Londres a primeira loja de chocolate. Em 1660, o filho de Ana da Áustria, Luís XIV, que subira ao trono, casa-se com outra princesa espanhola, Maria Teresa. Esta segunda união ibérica acaba firmando de vez o domínio de chocolate na França. A corte comentava que Maria Teresa, uma esposa devotada, tinha duas paixões: o rei e o chocolate.
    Enquanto a monarquia solidificava o hábito de consumir chocolate na França, outros países também começavam a se interessar por ele e a procurar pela sua própria fonte de suprimento. O governo espanhol mantivera o comércio de chocolate fechado até o século XVI. E, para sustentar o seu monopólio, estabelecera taxas pesadas de importação, de forma que ele permanecesse ainda durante muito tempo uma bebida apenas das classes privilegiadas. Como se não bastasse, os estoques de sementes de cacau da Espanha eram limitados.
    A França, por exemplo, muito interessada em suprir seu consumo, começou a cultivar cacau em sua ilha nas Índias Ocidentais, a Martinica. Enquanto isso, ele era introduzido nas ilhas de Jamaica, Trinidade e São Domingos. Mais tarde, chegava às Filipinas e outras regiões da Ásia.

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    Uma receita irresistível para sua páscoa.

    Colomba pascal com maçã

    Ingredientes:
    recheio
    2 maçãs médias descascadas e picadas em cubos
    1 xícara (chá) de uva passa preta sem sementes
    2 colheres (sopa) de rum

    massa
    2 xícaras (chá) de leite desnatado
    2 tabletes (30g) de fermento biológico
    5 xícaras (chá) de farinha de trigo peneirada
    1 colher (sopa) de açúcar
    2 ovos
    1 xícara (chá) de adoçante em pó para culinária

    cobertura
    1 clara média
    5 colheres (sopa) de adoçante em pó para culinária
    1 colher (sopa) de cacau em pó

    Modo de Preparo:
    Recheio: coloque em uma tigela a maçã, a uva passa e o rum e reserve.

    Massa: misture numa tigela metade do leite morno com o fermento biológico. Acrescente 1 xícara (chá) de farinha de trigo e o açúcar e mexa até ficar homogêneo. Cubra a tigela com filme plástico e deixe crescer por 30 minutos em local aquecido. Em seguida, adicione o leite restante, os ovos e o adoçante em pó e misture até ficar homogêneo. Aos poucos, junte a farinha de trigo restante e transfira a massa para uma superfície enfarinhada. Sove por 5 minutos, ou até ficar lisa. Abra a massa grosseiramente com as mãos e espalhe o recheio. Enrole a massa com as mãos e coloque-a em 2 fôrmas de papel, próprias para colomba, com capacidade de 1/2 kg cada uma. Cubra a massa e deixe crescer por mais 45 minutos, em local aquecido. Depois de 30 minutos, ligue o forno à temperatura média.

    Cobertura: numa tigela, bata com um batedor manual a clara, o adoçante e o cacau em pó por 2 minutos, ou até obter um glacê homogêneo. Espalhe sobre a massa de maneira uniforme. Em seguida, leve as fôrmas ao forno por 45 minutos, ou até que enfiando um palito na massa ele saia limpo.

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    08 abril 2009

    Semana Santa em Jerusalém

    Como acontece todos os anos milhares de peregrinos chegam a Jerusalém para as comemorações da Semana Santa. Nesse domingo a tradicional procissão do Domingo de Ramos em Jerusalém, teve a participação de milhares de pessoas lembrando a entrada triunfal de Jesus na cidade amuralhada.

    Ramos de palmeira, de oliveira, flores, cruzes de madeira e bandeiras de diversas denominações e irmandades estiveram nos mais de 5 quilômetros de trajeto pelas ruas do Monte das Oliveiras e da cidadela antiga de Jerusalém.

    Em meio a um ambiente festivo, com tempo bom e dia ensolarado, os peregrinos cantaram em idiomas como árabe, inglês, francês, latim, português, polonês e espanhol, destacando, acima de tudo, a "hosana" ao Senhor.

    Uma das comunidades mais numerosa foi a de devotos filipinos, pois, em Israel, vivem dezenas de milhares de trabalhadores dessa nacionalidade que professam a fé católica.

    Para qualquer peregrino que visita a Terra Santa durante a Páscoa, percorrer as ruas de Jerusalém muitas vezes significa retornar a um espírito de simplicidade.

    Frades, freiras, bispos de variadas congregações, incluindo da África, seguiram também a procissão, antes de a mesma terminar, nas portas do templo de Santa Ana, que abriga uma modesta capela em memória da mãe da Virgem Maria.

    O ato mais importante das celebrações da Semana Santa será a Via-Sacra da Sexta-Feira Santa, procissão que reproduz o itinerário das 14 estações que Jesus Cristo percorreu até chegar ao local de sua crucificação.

    A Semana Santa coincide com as festividades do Pessach, a Páscoa da comunidade judaica, que lembra a libertação da escravidão no Egito dos faraós, há 2,5 mil anos e a chegada da primavera no hemisfério norte.

    Fonte Uol

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    06 abril 2009

    O significado dos símbolos da Páscoa

    De todos os símbolos, o ovo de páscoa é o mais esperado pelas crianças.
    Existem muitas lendas sobre os ovos. A mais conhecida é a dos persas: eles acreditavam que a terra havia caído de um ovo gigante e, por este motivo, os ovos tornaram-se sagrados.

    Os cristãos primitivos do oriente foram os primeiros a dar ovos coloridos na Páscoa simbolizando a ressurreição, o nascimento para uma nova vida. Nos países da Europa costumava-se escrever mensagens e datas nos ovos e doá-los aos amigos. Em outros, como na Alemanha, o costume era presentear as crianças. Na Armênia decoravam ovos ocos com figuras de Jesus, Nossa Senhora e outras figuras religiosas.

    Pintar ovos com cores da primavera, para celebrar a páscoa, foi adotado pelos cristãos, nos século XVIII. A igreja doava aos fiéis os ovos bentos.A substituição dos ovos cozidos e pintados por ovos de chocolate, pode ser justificada pela proibição do consumo de carne animal, por alguns cristãos, no período da quaresma.A versão mais aceita é a de que o surgimento da indústria do chocolate, em 1830, na Inglaterra, fez o consumo de ovos de chocolate aumentar.

    O coelho é um mamífero roedor que passa boa parte do tempo comendo. Ele tem pêlo bem fofinho e se alimenta de cenouras e vegetais. O coelho precisa mastigar bem os alimentos, para evitar que seus dentes cresçam sem parar. Por sua grande fecundidade, o coelho tornou-se o símbolo mais popular da Páscoa. É que ele simboliza a Igreja que, pelo poder de cristo, é fecunda em sua missão de propagar a palavra de Deus a todos os povos.

    O cordeiro é o símbolo mais antigo da Páscoa, é o símbolo da aliança feita entre deus e o povo judeu na páscoa da antiga lei. No Antigo Testamento, a Páscoa era celebrada com os pães ázimos (sem fermento) e com o sacrifício de um cordeiro como recordação do grande feito de Deus em prol de seu povo: a libertação da escravidão do Egito. Assim o povo de Israel celebrava a libertação e a aliança de Deus com seu povo.

    A vela que se acende na igreja, no sábado de aleluia. Significa que "Cristo é a luz dos povos".Nesta vela, estão gravadas as letras do alfabeto grego"alfa" e "ômega", que quer dizer: Deus é princípio e fim. Os algarismos do ano também são gravados no Círio Pascal.O Círio Pascal simboliza o Cristo que ressurgiu das trevas para iluminar o nosso caminho.

    O girassol é uma flor de cor amarela, formada por muitas pétalas, de tamanho geralmente grande. Tem esse nome porque está sempre voltado para o sol.O girassol, como símbolo da páscoa, representa a busca da luz que é Cristo Jesus e, assim como ele segue o astrorei, os cristãos buscam em Cristo o caminho, a verdade e a vida.

    O pão e o vinho, sobretudo na antiguidade, foram a comida e bebida mais comum para muitos povos. Cristo ao instituir a Eucaristia se serviu dos alimentos mais comuns para simbolizar sua presença constante entre e nas pessoas de boa vontade. Assim, o pão e o vinho simbolizam essa aliança eterna do Criador com a sua criatura e sua presença no meio de nós.

    O bolo em forma de "pomba da paz" significa a vinda do Espírito Santo. Diz a lenda que a tradição surgiu na vila de Pavia (norte da Itália), onde um confeiteiro teria presenteado o rei lombardo Albuíno com a guloseima. O soberano, por sua vez, teria poupado a cidade de uma cruel invasão graças ao agrado.

    Muitas igrejas possuem sinos que ficam suspensos em torres e tocam para anunciar as celebrações.O sino é um símbolo da páscoa. No domingo de páscoa, tocando festivo, os sinos anunciam com alegria a celebração da ressurreição de cristo.

    Na antiguidade os lutadores e guerreiros se untavam com óleos, pois acreditavam que essas substâncias lhes davam forças. Para nós cristãos, os óleos simbolizam o Espírito Santo, aquele que nos dá força e energia para vivermos o evangelho de Jesus Cristo.

    A quaresma, os 40 dias que precedem a Semana Santa são dedicados à preparação para a celebração. Na tradição judaica, havia 40 dias de resguardo do corpo em relação aos excessos, para rememorar os 40 anos passados no deserto.

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    Onde surgiu o chocolate?

    Quem sabe o que é "Theobroma"? Pois este é o nome dado pelos gregos ao "alimento dos deuses", o chocolate. "Theobroma cacao" é o nome científico deste alimento delicioso chamado chocolate.

    Quem o batizou assim foi o botânico sueco Linneu, em 1753.Mas foi com os Maias e os Astecas que essa história toda começou. O chocolate era considerado sagrado por essas duas civilizações, tal qual o ouro.

    Na Europa chegou por volta do século XVI, tornando rapidamente popular aquela mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. Vale lembrar que o chocolate foi consumido, em grande parte de sua história, apenas como uma bebida.

    Em meados do século XVI, acreditava-se que, além de possuir poderes afrodisíacos, o chocolate dava poder e vigor aos que o bebiam. Por isso, era reservado apenas aos governantes e soldados.Além de afrodisíaco, o chocolate já foi considerado um pecado, remédio, ora sagrado, ora alimento profano. Os astecas chegaram a usá-lo como moeda, tal o valor que o alimento possuía.

    Chega o século XX, e os bombons e os ovos de Páscoa são criados, como mais uma forma de estabelecer de vez o consumo do chocolate no mundo inteiro. É tradicionalmente um presente recheado de significados. E não é só gostoso, como altamente nutritivo, um rico complemento e repositor de energia. Não é aconselhável, porém, consumí-lo isoladamente. Mas é um rico complemento e repositor de energia.

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    Curiosidades sobre o dia de Páscoa

    A Páscoa é uma festa cristã que celebra a ressurreição de Jesus Cristo.
    Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu, até sua ressurreição, quando seu espírito e seu corpo foram reunificados. É a data mais importante da religião cristã, quando as pessoas vão às igrejas e participam de cerimônias religiosas.

    Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica.É uma das mais importantes festas do calendário judaico, que é celebrada por 8 dias e comemora o êxodo dos israelitas do Egito durante o reinado do faraó Ramsés II, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida.

    No português, como em muitas outras línguas, a palavra Páscoa origina-se do hebraico Pessach. Os espanhóis chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques.

    A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. A origem do símbolo do coelho vem do fato de que os coelhos são notáveis por sua capacidade de reprodução. Como a Páscoa é ressurreição, é renascimento, nada melhor do que coelhos, para simbolizar a fertilidade!

    O dia da Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois de 21 março (a data do equinócio). Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Eclesiásticas. A igreja, para obter consistência na data da Páscoa decidiu, no Conselho de Nicea em 325 d.C, definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária - conhecida como a "lua eclesiástica".

    A Quarta-Feira de Cinzas ocorre 46 dias antes da Páscoa, e portanto a Terça-Feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa. Esse é o período da quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas. Com esta definição, a data da Páscoa pode ser determinada sem grande conhecimento astronômico. Mas a seqüência de datas varia de ano para ano, sendo no mínimo em 22 de março e no máximo em 24 de abril, transformando a Páscoa numa festa "móvel".

    De fato, a seqüência exata de datas da Páscoa repete-se aproximadamente em 5.700.000 anos no nosso calendário Gregoriano.

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    01 abril 2009

    Uma linda mensagem de Páscoa

    Sentado na beira da calçada, com um ovo de chocolate pequenino nas mãos, olhar sério, aquele menino pôs-se a imaginar. Havia muitas coisas que ele não entendia, por mais que tentasse.

    Durante a semana toda, na escola, na rua, em casa, em todos os lugares só se ouvia falar de Páscoa, coelhinho e ovos de chocolate.
    A professora até colocou Jesus no meio da história, mas só aumentou a sua confusão; ele não conseguia organizar o pensamento. Jesus não é aquele que nasceu no Natal ?
    Faz tão pouco tempo, e ele já morreu ??!!
    Não, decididamente ele não entendia nada. Não sabia exatamente o que uma coisa tinha a ver com a outra.
    Afinal de contas, porquê comemorar, se Jesus morreu ? Porquê os ovos de chocolate ?
    E o coelho, o que ele faz nesta história ?
    Complicado !
    Separava somente as coisas que entendia, e sabia o que era.
    Entendia que estava à espera de ganhar um ovo bem grande, daqueles que tinha visto na televisão, embrulhado num papel brilhante e com um laço de fita vermelha, que não veio, e ele sabia porquê:
    O dinheiro não deu.
    Ele sabia. Nem o seu pai e nem a sua mãe tinham prometido dar-lhe um ovo de páscoa; e ele sabia, também, que o coelhinho não o trazia para ninguém.Então, como é que ele poderia satisfazer a sua vontade de comer chocolate ?
    Como ia passar o domingo de páscoa sem comer um ovo ?
    E a idéia veio assim, de repente ! Porque não ?
    Foi até ao primeiro semáforo daquela movimentada avenida e, quando o sinal ficava vermelho ele lançava-se entre os carros e ia pedindo:
    'Moço, dá-me um ovo de páscoa ?'
    'Senhor, poderia me dar um ovo de páscoa ?'
    'Moça, dá-me um ovo de chocolate ?'
    Assim, ia pedindo e ouvindo as mais esfarrapadas respostas, quando alguém respondia.
    Até que, enfim, parou um carro velho, todo manchado de ferrugem.
    Dentro, um homem com cara de bravo... Ele tomou coragem, foi até lá e arriscou o mesmo pedido:
    'Moço, eu quero um ovo de páscoa'.
    E qual não foi sua surpresa quando aquele homem pegou, no banco do passageiro, um embrulhinho e lho estendeu pelo vidro.
    'Obrigado'
    E saiu em disparada.
    De volta à sua calçada, ele olhou o ovinho e sorriu feliz.
    Afinal, agora ele comemoraria a Páscoa.

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    Páscoa é renascimento, amor e família

    Páscoa significa renascimento, renascer.
    Desejo que neste dia, em que nós cristãos,
    comemoramos o seu renascimento para a vida eterna,
    possamos renascer também em nossos corações.
    Que neste momento tão especial de reflexão
    possamos lembrar daqueles que estão aflitos e sem esperanças.
    Possamos fazer uma prece por aqueles que já não o fazem mais,
    porque perderam a fé em um novo recomeçar,
    pois esqueceram que a vida é um eterno ressurgir.
    Não nos deixe esquecer que mesmo nos momentos mais difíceis do nosso caminho,
    tú estás conosco em nossos corações,
    porque mesmo que já tenhamos esquecido de ti,
    você jamais o faz.
    Pois, padeceste o martírio da cruz em nome do Pai e pela humanidade,
    que muitas e muitas vezes esquece disso.
    Esquecem de ti e do teu sacrificio
    Quando agridem seu irmão,
    Quando ignoram aqueles que passam fome,
    Quando ignoram os que sofrem a dor da perda e da separação,
    Quando usam a força do poder para dominar e maltratar o próximo,
    Quando não lembram que uma palavra de carinho, um sorriso,
    um afago, um gesto podem fazer o mundo melhor.Jesus…
    Conceda-me a graça de ser menos egoísta,
    e mais solidário para com aqueles que precisam.
    Que jamais esqueça de ti e de que sempre estarás comigo
    não importa quão difícil seja meu caminhar.
    Obrigado Senhor,
    Pelo muito que tenho e pelo pouco que possa vir a ter.
    Por minha vida e por minha alma imortal.Obrigado Senhor! Amém

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    27 março 2009

    Como conhecer o verdadeiro Bacalhau

    Identificação do bacalhau clássico verdadeiro, ele forma com três barbatanas arredondadas dorsal e duas anal. As nadadeiras pélvicas são pequenas com o primeiro raio alargado, e são estabelecidas no âmbito da brânquia cobertura isto é na região da garganta, na frente das peitorais. O maxilar superior estende-se ao longo do maxilar inferior. Os olhos tem aproximadamente o mesmo comprimento do queixo barbos. Possui uma linha lateral branca distinta que corre a partir da brânquia guilhotinada acima da barbatana peitoral ate a base da barbatana caudal ou cauda. A parte traseira tende a ser de um marrom esverdeada para areia, mostrando extensamente mosqueada especialmente para os lados e branco na barriga. A Coloração marrom escura do dorso e lados não é frequente principalmente para os indivíduos que tenham residido nas regiões costeiras e rochosas.

    Espécie comercializados como bacalhau
    Alguns peixes que não possuem "bacalhau" em seus nomes às vezes são vendidos como bacalhau. A Arinca e o badejo pertencem à mesma família do bacalhau mais não são.


    A arinca ou pescada é um peixe marinho distribuídos em ambos os lados do Atlântico Norte. É um alimento popular, amplamente pescadas comercialmente. A arinca é facilmente reconhecida por uma linha preta correndo ao longo da lateral branca e uma mancha escura distintiva acima da barbatana peitoral.

    Merlangius merlangus, vulgarmente conhecido como badejo é um importante alimento na região oriental do Atlântico Norte, norte do Mediterrâneo, do Báltico Ocidental e do Mar Negro. O verdinho era um peixe barato, considerada como alimento para os pobres ou para animais de estimação, mas o declínio geral das populacões de peixes faz com que agora seja mais valorizado.

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    A tradição do Bacalhau na Semana Santa

    O bacalhau foi introduzido na alimentação inicialmente pelos portugueses, que já o pescavam desde o século XIV, época das grandes navegações.

    Nas tradições cristãs, os adeptos da religião deveriam manter um regime rigoroso, que excluía o consumo de carnes vermelhas "comidas quentes", devendo seguir uma dieta de comidas frias, como os peixes. O consumo de bacalhau era extremamente incentivado pelos comerciantes, como substituto dos alimentos proibidos. O bacalhau então passou a ter uma ligação estreita com a cultura do povo português.

    Atualmente, o bacalhau é um alimento amplamente consumido no Brasil durante a sexta-feira santa. Tradicionalmente, durante esta data é comum às famílias se reunirem ao redor de uma mesa e saborearem uma das receitas, muitas vezes familiares, da bacalhoada.

    É muito comum que se encontre para vender nos mercados brasileiros peixes semelhantes ao bacalhau, que porém não o são. O bacalhau verdadeiro é largo e alto, com lombos bem grossos. Seu rabo possui cor uniforme e bordas brancas indicam que o peixe não é o verdadeiro bacalhau do Porto. A cor de seu corpo é puramente branca, sendo os peixes mais amarelados de uma outra espécie.

    Uma receita portuguesa tradicional
    Bacalhau assado com batatas a murro

    Ingredientes:
    Postas de bacalhau seco bem demolhado, de preferência altas
    Batatas novas pequenas
    Cebolas pequenas
    Alho
    Azeite
    Vinagre
    Sal
    Pimenta-do-reino

    Preparação
    Assa-se o bacalhau na brasa e as batatas num tabuleiro, no forno ou nas brasas, juntamente com as cebolas sem descascar.
    Quando tudo estiver pronto, lasca-se o bacalhau para uma malga ou alguidar, dá-se um "murro" nas batatas para as abrir, e descascam-se as cebolas assadas que se cortam ao meio. Junta-se tudo ao bacalhau.
    Tempera-se com alho picadinho, um pouco de pimenta-do-reino e de vinagre, e muito azeite novo. Mistura-se bem e acompanha-se com pão de mistura ou broa.

    Essa e outras receitas você encontra Aqui

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    Porque o Bacalhau so é lembrado na Páscoa

    Atualmente, este peixe encontra-se em vias de extinção, incluido em 2000, pelo WWF na lista de espécies ameaçadas. Um relatório publicado pela entidade informou que a captura de bacalhau havia diminuído em 70 porcento nos últimos 30 anos, devido a dificuldade de encontrá-lo nos oceanos, alertando que se essa tendência continuasse, os estoques mundiais de bacalhau poderiam desaparecer dentro de 15 anos.

    O peixe foi descoberto em um tempo que era adequado às necessidades da época, como produto não perecível pelo fato de poder ser salgado, e manter suas características gustativas e que aguentava longas jornadas.

    As longas travessias pelo Oceano Atlântico duravam mais de três meses e após diversas tentativas com os peixes da costa local os portugueses encontraram o bacalhau perto do Oceano Ártico. Iniciaram tempos depois sua pesca na costa do Canadá, descoberta em 1497.

    O bacalhau foi introduzido na alimentação inicialmente pelos portugueses, que já o pescavam desde o século XIV, época das grandes navegações.

    O bacalhau começou a ser comercializado pelos bascos, habitantes da Espanha e da França. Eles já conheciam o sal e registros apontam que por volta do início do primeiro milênio o bacalhau já era comercializado curado, salgado e seco sobre as rochas. Este processo aumentava bastante a capacidade de conservação do alimento.

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    A origem dos simbolos da Páscoa

    É sugerido por alguns historiadores que muitos dos atuais símbolos ligados à Páscoa especialmente os ovos de chocolate, ovos coloridos e o coelhinho da Páscoa são resquícios culturais da festividade de primavera em honra de Eostre que, depois, foram assimilados às celebrações cristãs, depois da cristianização dos pagãos germânicos.

    Contudo, já os persas, romanos, judeus e armênios tinham o hábito de oferecer e receber ovos coloridos por esta época. Ishtar tinha alguns rituais de caráter sexual, uma vez que era a deusa da fertilidade, outros rituais tinham a ver com libações e outras ofertas corporais.

    Um ritual importante ocorria no equinócio da primavera, onde os participantes pintavam e decoravam ovos símbolo da fertilidade e os escondiam e enterravam em tocas nos campos. Este ritual foi adaptado pela Igreja Católica no principio do 1º milênio depois de Cristo, fundindo-a com outra festa popular da altura chamada de Páscoa. Mesmo assim, o ritual da decoração dos ovos de Páscoa mantém-se um pouco por todo o mundo nesta festa, quando ocorre o equinócio da primavera.

    Existe também a lenda de que uma mulher pobre coloriu alguns ovos de galinha e os escondeu, para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram os ovos, um coelho passou correndo. Espalhou-se, então, a história de que o coelho é que havia trazido os ovos.

    No Antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade consideravam o coelho como o símbolo da Lua, portanto, é possível que ele tenha se tornado símbolo pascal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa. O certo é que os coelhos são notáveis por sua capacidade de reprodução, e geram grandes ninhadas, e a Páscoa marca a ressurreição, vida nova, tanto entre os judeus quanto entre os cristãos.

    Fonte wikipedia

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    A tradição histórica do Ovo de Páscoa

    Os ovos de chocolate ou ovos de Páscoa são uma tradição milenar relacionada ao cristianismo. Costumava-se pintar um ovo oco de galinha de cores bem alegres, pois a Páscoa é uma data festiva que comemora a ressurreição de Jesus Cristo, sendo o ovo um símbolo de nascimento.

    O hábito de trocar ovos de chocolate surgiu na França. Antes disso, eram usados ovos de galinha para celebrar a Pascoa. A tradição de presentear com ovos de verdade mesmo é muito, muito antiga. Na Ucrânia, por exemplo, centenas de anos antes de era cristã já se trocavam ovos pintados com motivos de natureza, lá eles têm até nome, pêssanka em celebração à chegada da primavera.

    Os chineses e os povos do Mediterrâneo também tinham como hábito dar ovos uns aos outros para comemorar a estação do ano. Para deixá-los coloridos, cozinhavam-os com beterrabas.
    Mas os ovos não eram para ser comidos. Eram apenas um presente que simbolizava o início da vida.


    A tradição de homenagear essa estação do ano continuou durante a Idade Média entre os povos pagãos da Europa. Eles celebravam Ostera, a deusa da primavera, simbolizada por uma mulher que segurava um ovo em sua mão e observava um coelho, representante da fertilidade, pulando alegremente ao redor de seus pés.

    Os cristãos se apropriaram da imagem do ovo para festejar a Páscoa, que celebra a ressurreição de Jesus, o Concílio de Nicéia, realizado em 325, estabeleceu o culto à data. Na época, pintavam os ovos geralmente de galinha, gansa ou codorna com imagens de figuras religiosas, como o próprio Jesus e sua mãe, Maria.

    Na Inglaterra do século X, os ovos ficaram ainda mais sofisticados. O rei Eduardo I costumava presentear a realeza e seus súditos com ovos banhados em ouro ou decorados com pedras preciosas na Páscoa. Não é difícil imaginar por que esse hábito não teve muito futuro.

    Foram necessários mais 800 anos para que, no século XVIII, confeiteiros franceses tivessem a idéia de fazer os ovos com chocolate, iguaria que aparecera apenas dois séculos antes na Europa, vinda da então recém descoberta América. Surgido por volta de 1500 a.C., na região do golfo do México, o chocolate era considerado sagrado pelas civilizações Maia e Asteca. A imagem do coelho apareceu na mesma época, associada à criação por causa de sua grande prole.

    Outros povos como os gregos e os egípcios também coloriam ovos de galinha oco, porém em datas diferentes.

    O ovo é símbolo bastante antigo, anterior ao Cristianismo, que representa a fertilidade e a renascimento da vida. Muitos séculos antes do nascimento de Cristo, a troca de ovos no Equinócio da Primavera, 21 de Março, era um costume que celebrava o fim do Inverno e o início de uma estação marcada pelo florescimento da natureza. Para obterem uma boa colheita, os agricultores enterravam ovos nas terras de cultivo.

    Da Rússia à Grécia, os ortodoxos costumam pintar os ovos de vermelho. Já na Alemanha, a cor dominante é o verde, a tradição é tão forte que a Quinta-feira Santa é conhecida por Quinta-feira Verde. Na Bulgária, em vez de se esconder os ovos, luta-se com eles na mão há verdadeiras batalhas campais. Toda a gente tem de carregar um ovo e quem conseguir a proeza de o manter intacto até ao fim será o mais bem sucedido da família até à próxima Páscoa.

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    12 março 2009

    A comemoração da Páscoa pelo mundo.

    Estados Unidos - lá, as crianças brincam de caça ao ovo no domingo de Páscoa. Os ovos cozidos, decorados com tintas, são escondidos pelos pais no quintal ou dentro de casa.

    Bulgária - há o costume de colorir ovos cozidos após a missa na Quinta-feira Santa. Eles também fazem pães pascais chamados kolache ou kozunak. Um pão é decorado com número ímpar de ovos vermelhos e levado à igreja na madrugada de sábado. Os pães e ovos são abençoados e dados aos amigos turcos da família - padrinhos, madrinhas, pais e parentes.

    Suécia - faz lembrar o dia das bruxas americano. Na quinta-feira Santa ou na véspera da Páscoa, as crianças suecas vestem-se de bruxos, visitam seus vizinhos e deixam um cartão decorado para conseguir doce ou dinheiro! No oeste da Suécia, os cartões são deixados nas caixas de correios ou debaixo das portas, mas ninguém pode ver quem os colocou!


    China - o mesmo período da Páscoa, os chineses comemoram o "Ching Ming". Nessa época, eles visitam os túmulos dos ancestrais e deixam oferendas para eles, o objetivo é deixar os ancestrais satisfeitos com seus descendentes.

    Espanha - assim como no Brasil, alguns espanhóis se reúnem no Sábado de Aleluia para malhar ou queimar o boneco que representa Judas. Apesar deste apóstolo ter traído Jesus, a igreja é contra o ritual.

    Índia - os hindus fazem o festival Holi para relembrar o surgimento do deus Krishna. Nesta época a população dança, toca flautas e faz comidas especiais para receber os amigos. É comum que o dono da casa marque a testa dos convidados com um pó colorido. Então, é hora de visitar os amigos e experimentar o que cada um preparou!

    Rússia - a tradição dos ovos coloridos também é forte na Rússia. Mas lá, ao dar o ovo para outra pessoa, se diz "Kkristos Vosgrés" Cristo ressuscitou. Já quem recebe o presente deve responder "Voistinu Vosgres" Ressuscitou realmente.

    Bélgica e França - Os sinos não são tocados entre a Sexta-feira da Paixão e o Domingo de Páscoa por causa de uma lenda que diz que eles voam até Roma e quando voltam deixam cair ovos para todos. As crianças belgas produzem ninhos de palha, na esperança de que o coelho deixe muitos ovos.

    Nos países da Europa Oriental, como Ucrânia, Estônia, Lituânia, a tradição mais forte é a decoração de ovos com os quais serão presenteados amigos e parentes. A tradição diz que, se as crianças forem bem comportadas na noite anterior ao domingo de Páscoa e deixarem um boné de tecido num lugar escondido, o coelho deixará doces e ovos coloridos nesses "ninhos".

    No Brasil e América Latina - o mais comum é as crianças montarem seus próprios ninhos de Páscoa, sejam de vime, madeira ou papelão, e enchê-los de palha ou papel picado. Os ninhos são deixados para o coelhinho colocar doces e ovinhos na madrugada de Páscoa. A "caça ao ovo" ou "caça ao cestinho" também é utilizada.

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    Páscoa em várias línguas

    A Páscoa é um evento religioso cristão, normalmente considerado pelas igrejas ligadas a esta corrente religiosa como a maior e a mais importante festa da cristandade. Na Páscoa os cristãos celebram a Ressurreição de Jesus Cristo depois da sua morte por crucificação que teria ocorrido nesta altura do ano em 30 ou 33 d.C. O termo pode referir-se também ao período do ano
    canônico que dura cerca de dois meses a partir desta data até ao Pentecostes.

    A Palavra Páscoa em varias línguas:
    Alemão - Ostern
    Árabe - عيد الفصح (ʿĪdu l-Fiṣḥ)
    Basco - Bazko
    Búlgaro Пасха (Paskha)
    Catalão - Pasqua
    Espanhol - Pascua
    Esperanto - Pasko
    Finlandês - Pääsiäinen
    Francês - Pâques
    Friulano - Pasche
    Georgiano - აღდგომა (Aghdgoma)
    grego - Πάσχα (Páscha)
    Inglês - Easter
    Irlandês - Cáisg
    Islandês - Paska
    italiano - Pasqua
    Latim - Pascha ou Festa Paschalia
    Neerlandês - Pasen
    Norueguês - Påske
    Polonês - Wielkanoc
    Português - Páscoa
    Romeno - Paşti
    Russo - Пасха (Paskha)
    Sueco - Påsk
    Turco - Paskalya

    Fonte Wikipedia

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    A deliciosa história do Chocolate

    O chocolate vem sido usado como bebida desde o começo de sua história. O registro mais antigo do uso de chocolate data de muitos séculos atrás. Em Novembro de 2007, arqueologistas encontraram vestígios da mais antiga plantação de cacau numa região de Puerto Escondido, em Honduras, que data de 1100 a 1400 a.C.

    A civilização maia cultivava o cacau em seus quintais e usavam as sementes para fazer uma bebida amarga. Documentos a respeito dos hieróglifos maias dizem que o chocolate era usado para fins cerimoniais assim como no cotidiano. Os resíduos de chocolate numa peça de cerâmica maia de Río Azul, na Guatemala, sugerem que os maias já bebiam chocolate por volta do ano 400 d.C.

    No Novo Mundo, o chocolate era consumido numa bebida amarga chamada xocoatl, e era geralmente temperada com baunilha e pimenta. O xocoatl, acreditava-se, combatia o cansaço. O chocolate também era um bem luxuoso e importante na América Central pré-colombiana, e os grãos de cacau eram usados como moeda. Povos europeus e da América do Sul vêm usando o chocolate para o tratamento de diarréia há centenas de anos. Todas as áreas conquistadas pelos astecas eram obrigadas a plantar cacau e pagar um imposto em grãos.

    Hoje o chocolate é um alimento popular que tem conhecido diversas formas de apresentação. Pode ser bebido com leite, ou em tabletes. Neste caso é apresentado em muitas versões: ao leite, branco, amargo, com amendoim, amêndoa ou avelã, com ou sem recheio, variando em função do acréscimo em partes diferentes de seus componentes individuais e assim, varia também seu valor calórico, que em qualquer dos casos é elevado.

    O chocolate é um dos "presentes" mais populares em festividades. No Dia dos Namorados, uma caixa de chocolates em conjunto com flores e um cartão é o presente preferido, na maioria das vezes . Também faz parte de outros feriados, incluindo Natal e aniversários, mas não há nenhum chocolate específico para essas datas. Na Páscoa, ovos de chocolate são presentes muito populares.

    Na sociedade atual o chocolate possui uma característica interessante servindo como um substituto à linguagem no relacionamento humano, estabelecendo relação de comunicação de laços de amizade, solidariedade e amor. Dar uma caixa de bombons pode significar: "feliz aniversário", "boa viagem", "desculpe-me", "saúde" ou "estou apaixonado por você". Trata-se de um presente difundido no Dia dos Namorados, Dia das Mães e em alguns países também se valem de bombons para recompensar os filhos exemplares. Durante a Páscoa é transformado em coelhos e ovos, símbolos da Ressurreição de Cristo.

    O chocolate tem sido tema central de diversos livros famosos e suas versões cinematográficas. Em 1964, Roald Dahl publicou um livro infantil intitulado A Fantástica Fábrica de Chocolate. A história gira em torno de um menino pobre chamado Charlie que é convidado a visitar a maior fábrica de chocolates do mundo, propriedade de Willy Wonka. Duas adaptações do livro foram feitas para as telas de cinema.

    Chocolate é um livro de 1999 escrito por Joanne Harris. Conta a história de Vianne Rocher, uma jovem mãe solteira, cujos chocolates mudam a vida das pessoas através da mágica dos ingredientes, sempre diferentes a cada receita e feitos quase como. Tal como A Fantástica Fábrica, Chocolate também foi bem recebido pelo público, recebendo até uma indicação ao Oscar por sua adaptação para o cinema.

    Fonte Wikipedia

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    05 março 2009

    Chocolate é gostoso e faz bem a saúde

    Apesar de o chocolate ser geralmente consumido por prazer, há alguns efeitos positivos para a saúde na ingestão do alimento. O cacau ou o chocolate amargo, por exemplo, são benéficos para o sistema circulatório. Outros efeitos incluem as propriedades anticancerígenas, estimulantes cerebrais e a capacidade de curar diarréias, entre outros. As propriedades afrodisíacas do chocolates ainda não foram comprovadas.

    O chocolate é um alimento muito nutritivo. Contém proteínas, gorduras, cálcio, magnésio, ferro, zinco, caroteno, vitaminas E, B1, B2, B3, B6, B12 e C. Estudos recentes sugerem a possibilidade de o consumo moderado de chocolate preto e amargo trazer benefícios para a saúde humana, nomeadamente devido à presença de ácido gálico e epicatecina, flavonóides com função cardioprotectora. O chocolate também possui cafeína e sua ingestão faz com que o corpo libere neurotransmissores como a endorfina.

    O cacau possui uma considerável ação antioxidante e estudos mostram que ocorre uma pequena diminuição na pressão sangüínea após o consumo diário de chocolate amargo. Existe até mesmo uma dieta, a "Dieta do Chocolate", que sugere a ingestão de cacau e chocolate em cápsulas. No entanto, o consumo de chocolate ao leite ou chocolate branco, ou beber chocolate amargo com leite gorduroso, parecem anular o benefício na saúde. Na verdade, quantidades pequenas e regularmente ingeridas de chocolate reduzem o risco de ataque cardíaco.

    A cultura romântica considera o chocolate um afrodisíaco. As famosas qualidades afrodisíacas do chocolate estão geralmente associadas ao simples prazer sensual de seu consumo. Além do mais, a natureza doce e gordurosa do chocolate estimula o hipotálamo, induzindo sensações prazeirosas e elevando o nível de serotonina.

    Um estudo da BBC indicou que um chocolate derretendo na boca de uma pessoa causa um aumento na atividade cerebral e nos batimentos cardíacos que é mais intenso do que o associado a beijos apaixonados, e que duravam quatro vezes mais tempo após o término da atividade.

    Por outro lado, ingerir grandes quantidades de alimentos altamente energéticos, tais como o chocolate, aumenta o risco de obesidade. Há uma preocupação a respeito de casos de envenenamento leve por chumbo através do consumo de alguns tipos de chocolate.

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